AveWorldhttp://aveworld.com.br/AveWorldAveWorld31Fri, 18 May 2012 11:07:56 -0300Líder no mercado bovino, MT vende mais frango<p><em>Apesar de Mato Grosso ser o Estado com maior rebanho do Brasil, aproximadamente 29 milhões, de janeiro a abril deste ano o Estado exportou mais carne frango</em></p> <p>O faturamento com o produto cresceu 13,8% , passando de US$ 120,369 milhões em 2011 para US$ 136,983 milhões no quadrimestre deste ano. O complexo da carne porém, registrou um pequeno aumento nas negociações de 1,6%, totalizando US$ 399,744 milhões de janeiro a abril deste ano, contra US$ 393,438 milhões no mesmo período de 2011. As outras carnes, especialmente a suína, continuam retraídas. O principal motivo das quedas é manutenção do embargo russo. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), elaborados e divulgados ontem pela PR Consultoria.</p> <p>Apesar desse aumento em volumes das exportações da carne de frango e da queda de 1,3% nos valores registrados de janeiro a abril deste ano, a carne bovina liderou a cadeia com US$ 246,376 milhões embarcados e um volume de 52,1 mil toneladas exportadas.</p> <p>Os valores são menores dos que os registrados no mesmo período de 2011. Nos quadrimestre do ano passado foram exportados 54,8 mil toneladas de carne bovina, somando US$ 249,705 milhões. Porém, de acordo com o consultor de mercado Carlos Vitor Timo, a queda só não foi maior porque apesar do embargo da Rússia, um dos principais países consumidores da carne mato-grossense, pecuaristas dos Estado têm buscado outras alternativas, o que tem segurado o mercado.</p> Fonte: Portal do Agronegóciohttp://aveworld.com.br/noticias/post/lider-no-mercado-bovino-mt-vende-mais-frangohttp://aveworld.com.br/noticias/post/lider-no-mercado-bovino-mt-vende-mais-frango31Fri, 18 May 2012 10:41:26 -0300Receita do Marfrig aumenta no 1º trimestre <p><em>Queda na cotação do boi gordo beneficiou resultado da empresa</em></p> <p>O lucro líquido do grupo Marfrig encerrou o primeiro trimestre em R$ 34,5 mi, alta de 46,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita liquida foi de R$ 5,23 bilhões, praticamente estável em relação ao resultado do primeiro trimestre de 2011, R$ 5,25 bilhões. As exportações registraram queda de 11,1% para R$ 1,68 bilhão.</p> <p>A queda no preço dos animais que a indústria abate e processa e dos grãos que transforma em ração para aves ajudou a reduzir os custos em 2,1% na comparação anual. A receita líquida de R$ 5,23 bilhões ficou praticamente estável em relação aos R$ 5,25 bilhões um ano atrás.</p> <p>“A elevação de câmbio é muito benéfica para as nossas margens, e uma eventual elevação de câmbio pode ser absorvida com relativa tranquilidade pela empresa para cálculo de endividamento", disse Ricardo Florence, diretor de Relações com Investidores, em teleconferência com analistas. A companhia vê "leve melhora" nas cotações de produtos exportados no segundo trimestre.</p> Fonte: R.I Marfrighttp://aveworld.com.br/noticias/post/receita-do-marfrig-aumenta-no-1%c2%ba-trimestrehttp://aveworld.com.br/noticias/post/receita-do-marfrig-aumenta-no-1%c2%ba-trimestre31Fri, 18 May 2012 10:11:54 -0300Agricultura salva PIB<p>Mais uma vez, a agricultura e o agronegócio estão salvando a economia e a balança comercial. Há produção e investimento. A safra agrícola atual, 2011/12, deve ser 1,7% menor que a anterior, de 160 milhões de toneladas, principalmente por causa da seca do Nordeste - uma quebra de 40%, mas o mercado interno continua plenamente atendido e as exportações aumentam.</p> <p>Esse cenário contrasta com os demais setores, que recebem mais atenção da mídia. Serve de exemplo e merece ser destacado, pois é um exemplo de grande êxito a seguir.</p> <p>Salva a balança. Com superávit comercial de US$ 20,8 bilhões de janeiro a abril e US$ 77,95 bilhões em 12 meses, o agronegócio continuou a ser o principal fator de segurança do setor externo. Sem ele, não haveria superávit, mas déficit. O Brasil tem 7% da produção mundial de grãos. No mundo, são 2,3 bilhões de toneladas e, no Brasil, 160 milhões.</p> <p>Da reforma cambial, em 1999, até hoje, as vendas externas de alimentos e agroprodutos aumentaram velozmente, 200% (!), enquanto as cotações das commodities se valorizavam apenas 23%, lembra Rolf Kuntz em artigo neste caderno, em 14 de março. E isso, apesar de os produtos brasileiros sofrerem feroz competição de países competidores com subsídios, protecionismos, manipulação cambial e até discriminação.</p> <p>O destaque para esse cenário positivo levou em conta o aumento na quantidade exportada, no período, dos três produtos do setor: soja em grão (36%); farelo de soja (8%) e óleo de soja (20%). No primeiro quadrimestre os preços médios de exportação da soja ainda estavam elevados, mas a cotação média de exportação tanto do farelo quanto do óleo de soja caíram 10% e 6%, respectivamente. A queda dos preços das commodities e dos produtos agrícolas foi compensada por maior agressividade do agricultor brasileiro, apoiada pelo governo, num mercado competitivo e em retração.</p> <p>O que pesa. O agronegócio participava no ano passado com 22,15 % do PIB. Sozinha, a agricultura participa com 70% e a pecuária com 30 %. O setor emprega cerca de 30 milhões de pessoas - entre 16 e 17 milhões encontram-se no setor primário e o restante nos diversos segmentos que compõem o setor.</p> <p>Não é de hoje que o Brasil vem investindo na diversificação de parceiros comerciais. Não dependemos de um ou dois mercados e, justamente por isso, não fomos afetados pela crise global da mesma forma que os Estados Unidos e os países europeus. O Brasil é hoje líder em café e suco de laranja, ou ocupa os primeiros quatro lugares no comércio mundial de alimentos.</p> <p>A grande vantagem. O Brasil está numa posição única: tem terras desocupadas ainda por explorar. Há no País pelo menos 50 milhões de hectares. O coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, Roberto Rodrigues, lembra que entre 1990 e 2010 a produção de alimentos cresceu nada menos que 173%, enquanto a área apenas 36%. E isso porque a produtividade cresceu 100%, diz ele. Há um espaço enorme para avançar sem ferir o meio ambiente.</p> <p>A OCDE coloca o Brasil entre os principais países para atender ao crescimento de 20% da produção mundial nos próximos 8 anos. E isso porque, diz a organização, sua produção de alimentos pode crescer 40% em média na década, enquanto o potencial da Austrália é de 17%, e do Canadá, Estados Unidos e União Europeia, apenas 4%.</p> Fonte: MSN/Estadãohttp://aveworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pibhttp://aveworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pib31Fri, 18 May 2012 10:08:04 -0300MT e 4 estados devem reunir 63% do valor de produção agrícola, diz Mapa<p>Cinco estados brasileiros devem concentrar em 2012 pelo menos 63,3% de todas as riquezas produzidas pela atividade agrícola do país. Os estados estão localizados nas principais regiões produtoras do Brasil, sendo dois na região Sudeste, dois no Centro-Oeste e um no Sul o país. Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), juntos, os estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Goiás devem faturar neste ano R$ 133,9 bilhões com o exercício agrícola, detendo os maiores Valores Brutos da Produção (VBP).</p> <p>São Paulo deve contabilizar em 2012 o maior rendimento com a atividade agrícola do Brasil e deve arrecadar R$ 42,2 bilhões. Já Mato Grosso, que é o maior produtor brasileiro de grãos, apresenta a segunda maior arrecadação, com R$ 27,8 bilhões. As projeções são elaboradas a partir das estimativas de safra e os preços.</p> <p>O desempenho dos estados do Centro-Oeste fará com que, pela primeira vez, o Valor Bruto de Produção para a região supere o Sul. De acordo com o Mapa, para as duas localidades o VBP deve atingir, respectivamente, R$ 52,9 bilhões e R$ 42,7 bilhões.</p> <p>Cleber Noronha, analista de mercado do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), destaca que o avanço da região Centro-Oeste também se deve à chamada 'safra cheia'. "O Centro-Oeste está se desenvolvendo muito bem. Enquanto isso, no Sul, que registrou queda na produção deve gerar um VBP menor. Isso deu espaço para o Centro-Oeste subir", pontuou o especialista.</p> <p>Mas Noronha ressalva que apesar da cifra alta, o VBP não reflete em sua totalidade ao montante real que deve ficar nas mãos dos produtores. A análise do Mapa mostrou que na unidade federada seis culturas devem apresentar menor desempenho este ano: algodão, arroz, banana, café, mandioca e tomate. Enquanto isso, culturas como cana-de-açúcar, milho e soja devem registrar incremento no rendimento bruto anual.</p> <p>Brasil - No Brasil, indicou o Mapa, o Valor Bruto da Produção está estimado em R$ 211,24 bilhões em 2012, valor inferior ao obtido no ano passado, em R$ 216,26 bilhões. Apesar do recuo, aponta o Mapa, deve se tornar o segundo maior valor desde 1997.</p> Fonte: G1http://aveworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapahttp://aveworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapa31Fri, 18 May 2012 10:04:30 -0300MSD Saúde Animal participa do Dia de Campo Leite no Sertão<p><em>A parceria entre empresas e cooperativa leva aos pecuaristas de Senhor do Bonfim e região resultados reais de tecnologia e propicia a produção de animais para o mercado</em></p> <p>A MSD Saúde Animal, em parceria com Beatriz Lobo, promovem o Dia de Campo Leite no Sertão, a ser realizado no dia 20 de maio, na Fazenda Brejinho (próximo à torre da Rádio Caraíba), a partir das 8 horas, no município de Senhor do Bonfim, Bahia.</p> <p>O evento tem por objetivo levar informação de qualidade ao produtor de leite, mostrar as várias tecnologias disponíveis em saúde, produção e reprodução animal além de impulsionar o uso dessas tecnologias por parte do produtor de leite, mostrando a necessidade da adoção dessas tecnologias com o intuito de se manter competitivo na cadeia produtiva do leite.</p> <p>Daniela Araújo Coutinho Nascimento, Médica Veterinária, Mestre em Ciência Animal nos Trópicos e Consultora em Pecuária da MSD Saúde Animal, acredita que eventos como esse ajudam a orientar o produtor rural, oferecendo as informações necessárias para que os produtores possam trabalhar de maneira eficiente e, assim, ofertar leite com maior qualidade ao mercado.</p> <p>“Os produtores presentes terão a oportunidade de aprender, trocar conhecimentos e tirar suas dúvidas com grandes profissionais das mais variadas áreas de atuação”, cita Daniela. Ela acrescenta ainda que os produtores assistirão a palestras com temas relevantes para a produção leiteira. “As palestras ajudarão na lucratividade das propriedades leiteiras, pois os assuntos tratados falam de problemas e dificuldades enfrentados no dia a dia das propriedades”, finaliza.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertaohttp://aveworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertao31Fri, 18 May 2012 10:01:33 -0300Exportação de MT tem alta de 26,8% até abril <p>O balanço das exportações mato-grossenses neste primeiro quadrimestre do ano mostra crescimento na receita das vendas de 26,84% em relação ao observado em igual período do ano passado. De janeiro a abril, os embarques somaram US$ 3,93 bilhões, ante um saldo anterior de US$ 3,09 bilhões. O tripé formado pela valorização das commodities – especialmente as do complexo soja -, da apreciação do dólar frente ao real e da forte demanda mundial, explicam o ritmo inédito cravado no comércio internacional estadual em 2012.</p> <p>O valor acumulado nos últimos quatro meses, novamente um recorde para o período, mostra que Mato Grosso manteve faturamento médio mensal, em 2012, de cerca de US$ 1 bilhão, ante aproximadamente US$ 774 milhões/mês no ano passado.</p> <p>Com quase US$ 4 bilhões acumulados neste quadrimestre, Mato Grosso segue na oitava colocação entre os maiores exportadores brasileiros, ranking liderado pelo estado de São Paulo, cuja receita acumulada é de US$ 16,73 bilhões. “É importante registrar que Mato Grosso supera os estados de Santa Catarina e Bahia, que possuem economias bem mais estruturadas, o que evidencia nossa importância como gerador de divisas para o país”, observa o economista e proprietário da PR Consultoria, Carlos Vitor Timo Ribeiro.</p> <p>A balança comercial mato-grossense no quadrimestre também traz resultado positivo, fruto do incremento das exportações, em 26,8%, e da queda das importações em 5,3%, que no período comparado passaram de US$ 450,22 milhões em 2011 para US$ 426,37 milhões em 2012. A balança comercial – exportações menos as importações - registrou superávit de US$ 3,5 bilhões, valor 32% maior do que o saldo de US$ 2,65 bilhões do mesmo período do ano passado, “cravando mais um recorde histórico”, frisa Timo Ribeiro. Ainda como acrescenta o economista, o Estado acumula mais um resultado extremamente importante dentro do comércio internacional do país, ao figurar como o quarto maior superávit do quadrimestre, US$ 3,50 bilhões, atrás apenas de Minas Gerais (US$ 6,65 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 4,98 bilhões) e do Pará (US$ 3,85 bilhões).</p> <p>A PAUTA - Timo Ribeiro chama à atenção para distribuição da pauta estadual de produtos. “Mais uma vez, houve forte concentração em nossa pauta exportadora, com expressivo crescimento da participação dos produtos do complexo soja com aumento em 10 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Tal posição deve ser revertida ao longo do ano, com maiores embarques de milho, algodão e carnes, principalmente”. De janeiro a abril deste ano, como explica, dos US$ 3,93 bilhões faturados pelo Estado com as exportações, US$ 3,03 vieram das vendas do complexo, o que representa 77,1% do total estadual. No ano passado a participação era de 67,7%, de um total de negócios em US$ 2,09 bilhões.</p> <p>Destaque na pauta estadual até abril é a inversão dos negócios. Em abril do ano passado, por exemplo, o milho já era o segundo produto de maior peso na pauta estadual, superando o complexo carnes. Como a safra do cereal no ano passado foi menor do que o esperado, quase não havia estoques para se negociar neste ano e por isso o milho cedeu lugar às carnes. O cereal exibiu receita de US$ 461,63 milhões no primeiro quadrimestre do ano passado e em 2012 caiu para US$ 172,76 milhões. Com negócios 62% menores, a participação do milho no total exportado pelo Estado passou de 14,9% para 4,4%.</p> <p>Como destaca Timo Ribeiro, as exportações do complexo soja totalizam aumento de 44% em valor, especialmente por conta do forte aumento dos embarques físicos principalmente de óleo, soja em grão e farelo, com 132,6%, 44,6% e 42,4% respectivamente. “Esses resultados foram nitidamente influenciados pela demanda internacional e pelo câmbio favorável pela desvalorização do real de 17% no período analisado, o que é muito positivo para nossa vendas”, aponta o economista.</p> <p>As exportações do complexo carne registraram pequeno aumento de 1,6%, com faturamento de US$ 399,74 milhões ante US$ 393,43 milhões. A carne frango mesmo com o pequeno aumento físico de 2,4% atingiu 64,7 mil toneladas, volume maior do que os embarques de carne bovina de 52,18 mil toneladas, mantendo a tendência iniciada no primeiro trimestre do ano passado. O faturamento com o produto cresceu 13,8% dado o aumento de 11,1% no preço. As outras carnes, especialmente a suína continuam retraídas em função da manutenção do embargo russo.</p> <p>“O crescimento acelerado dos embarques estaduais de carne de frango mostra a avicultura se consolidando como uma nova e dinâmica cadeia produtiva estadual, oportunizando a agregação de valor via conversão de proteína vegetal em proteína animal. Embora ainda sentindo fortemente o embargo russo, o desempenho registrado pelo segmento frigorífico, pelo que representa para a agregação de valor e geração de emprego e renda, é um feito da mais alta relevância, consolidando Mato Grosso como player mundial na produção de alimentos”, defende Timo Ribeiro.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://aveworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abrilhttp://aveworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abril31Fri, 18 May 2012 09:58:08 -0300Três anos após a fusão, valor de mercado da BRF é duas vezes maior<p>Três anos após o anúncio da união entre Perdigão e Sadia, a empresa de alimentos resultante, a BRF-Brasil Foods, está mostrando que entre suas especialidades está a matemática, além de carnes de aves e suínos, pratos prontos e embutidos, entre outros produtos. A companhia que surgiu da união das duas rivais vale hoje o dobro do que eram avaliadas as empresas juntas antes da combinação. O valor de mercado do negócio está próximo de R$ 30 bilhões - o dobro dos R$ 15 bilhões marcados ao fim do primeiro pregão após a Perdigão incorporar o controle da Sadia, em 8 de julho de 2009.</p> <p>Embora ainda existam desafios à gigante - cada vez mais e maiores -, a percepção do mercado sobre o negócio indica que as companhias tinham mesmo é que se juntar, desde os tempos em que o apelido dessa união era "Sadigão".</p> <p>A BRF está se apropriando dos pontos positivos de cada uma: o prêmio que os investidores atribuíam na bolsa à governança da Perdigão e o prêmio que os consumidores pagavam pela marca Sadia no supermercados.</p> <p>Nem sempre fusões resultam numa conta positiva. Muitas vezes, as diferenças culturais praticamente impedem a criação de valor, pois dificultam a combinação.</p> <p>A BRF também se beneficiou de um momento positivo da economia doméstica. O aumento da demanda interna reduziu o impacto do enfraquecimento do mercado internacional. A crise financeira deixou consequências profundas e duradouras nas economias dos países desenvolvidos.</p> <p>No mesmo período da combinação das companhias, o Índice Bovespa saiu de 49.177 pontos para os atuais 55.887 pontos, alta de 13,64%. Já o Índice do Setor de Consumo saltou de 976 pontos para 1.949 pontos, indicando a concentração do apetite dos investidores por companhias ligadas à economia interna.</p> <p>Apesar de fruto de um cenário extremo - a quebra da Sadia após as perdas de R$ 2,55 bilhões com derivativos cambiais em 2008 -, a BRF deixou as dificuldades financeiras para a história. Já alcançou a nota de grau de investimento pelas três principais agências de classificação de risco de crédito.</p> <p>Os múltiplos de negociação da BRF estão muito mais para Perdigão do que para Sadia, que mesmo antes dos derivativos sofria os descontos atribuídos pelos investidores sob argumentos de preocupação com uma gestão familiar.</p> <p>Não surpreende, portanto, que os fundos de pensão que formavam o bloco com a maior posição da empresa estejam realizando alguns lucros e, por isso, com a menor participação na companhia desde a fusão: 26,55% do negócio.</p> <p>Esses fundos compraram a Perdigão, em 1994, da família Brandalise e estão vendendo a Sadia duas vezes maior e profissionalizada, quase 20 anos depois.</p> <p>Em setembro de 2011, foi a primeira vez que a fatia das fundações ficou abaixo de 28% da BRF. Desde então, as vendas de ações realizadas ultrapassam R$ 550 milhões - redução equivalente a 1,5% do capital da empresa. Só em março, foram R$ 235 milhões.</p> <p>O valor de mercado da BRF evoluiu de maneira muito mais veloz do que a receita das empresas combinadas. Quando unificadas, Perdigão e Sadia somavam receita líquida da ordem de R$ 22 bilhões. No ano passado, a receita líquida da BRF somou R$ 25,7 bilhões - pouco mais de 10% de expansão. O volume de carnes produzido subiu de 5,3 milhões de toneladas, em 2009, para 5,8 milhões em 2011 - alta também da ordem de 10%.</p> <p>É pela avaliação de que o negócio caminha no rumo certo que a capitalização evoluiu e também pelas sinergias capturadas com a fusão. A expectativa é que a partir deste ano a economia anual fique em torno de R$ 1 bilhão - o dobro do inicialmente projetado. No primeiro ano, o ganho ficou em R$ 500 milhões e, no ano passado, o saldo bruto foi de R$ 700 milhões.</p> <p>A combinação das companhias ainda não alcançou sua plenitude. Isso porque a integração dos negócios ocorreu de maneira parcelada, no aguardo do acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), obtido em julho do ano passado. Inicialmente, apenas a parte financeira pôde ser integrada, em função da urgência da situação da Sadia.</p> <p>É por isso, e pelos planos da empresa, que os analistas acreditam que a companhia vale ainda mais. A média dos preços-alvo dos analistas registrada pela Bloomberg indica que a empresa deveria valer mais de R$ 36 bilhões. Na prática, significa que as ações cotadas a R$ 32,99 ontem, deveriam encerrar 2012 valendo R$ 41,46, na conta média de 20 especialistas, conforme a Bloomberg.</p> <p>Logo após os compromissos firmados com o Cade, em julho, a BRF anunciou os planos de chegar a 2015 com R$ 50 bilhões de faturamento líquido - quase o dobro do que encerrou o ano passado. Desde então, a companhia teve valorização de 26,7% e agregou R$ 6 bilhões de valor de mercado.</p> <p>A companhia tem hoje 45% da receita proveniente do mercado interno, 10% de produtos lácteos e 5,6% do segmento chamado de "food service" - como fornecedora para as chamadas refeições fora do lar. O restante é proveniente das exportações.</p> <p>A BRF vende seus produtos em mais de 140 países, com 19 escritórios fora do Brasil e sete unidades produtivas. Agora, a companhia está construindo uma unidade em Abu Dhabi.</p> <p>O desafio da BRF ao longo desses próximos anos é a consolidação do setor de alimentos no modelo de companhias fornecedoras de proteína animal. Esse conceito coloca todas elas, as produtoras de carne bovina e as de aves e suínos, lado a lado.</p> <p>É esse modelo que explica as empresas originalmente de bovinos, como Marfrig e JBS, a atuarem mais em aves e suínos. E, ao mesmo tempo, explica a entrada da BRF em carne bovina. A lógica disso é simples: a demanda. O cliente quer facilitar cada vez mais sua vida e centralizar as compras num único fornecedor.</p> <p>Por enquanto, a companhia não sofre ameaças de consolidação no atual cenário do setor. Contudo, sofre sim limitações como consolidadora. Com a união das duas maiores empresas de alimentos na área de proteína animal, Perdigão e Sadia, há pouco espaço para aquisições no Brasil. Fora do país, contudo, a empresa segue com potencial e apetite para expansão.</p> Fonte: Valor Econômicohttp://aveworld.com.br/noticias/post/tres-anos-apos-a-fusao-valor-de-mercado-da-brf-e-duas-vezes-maiorhttp://aveworld.com.br/noticias/post/tres-anos-apos-a-fusao-valor-de-mercado-da-brf-e-duas-vezes-maior31Fri, 18 May 2012 09:48:39 -0300Biólogos promovem cerco à bactéria que infesta granjas<p>O Journal of Bacteriology aceitou para publicação um artigo assinado por pesquisadores do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) referente ao sequenciamento do genoma de uma linhagem da Escherichia coli, causadora de processos infecciosos em frangos de corte e galinhas poedeiras. O artigo tem como autora principal Thaís Cabrera Galvão Rojas, doutoranda orientada pelo professor Wanderley Dias da Silveira, do Departamento de Genética, Evolução e Bioagentes. Trata-se do segundo trabalho publicado sobre o tema (à exceção de outro nos EUA) e o primeiro na América Latina e Europa.</p> <p>Thaís Cabrera explica que linhagens APEC (Avian Pathogenic Escherichia coli) causam doenças extra-intestinais em diferentes espécies de aves. "Nesse trabalho estamos apresentando o draft genoma - que é o resultado da montagem de porções sequenciadas do genoma - de uma linhagem brasileira (SCI-07) isolada de lesões peri-orbitais de tecidos de uma galinha poedeira portadora da síndrome da cabeça inchada. Genes de virulência foram localizados na sequência de nucleotídeos que constitui o genoma, com o objetivo de caracterizar essa linhagem como sendo APEC", resume a pesquisadora.</p> <p>Os dados do sequenciamento foram depositados no banco de dados de genomas do National Center for Biotechnology Information (NCBI). Há apenas um ano, Wanderley Silveira falou ao Jornal da Unicamp sobre outro trabalho coordenado por ele, visando igualmente linhagens vacinais a partir da E. coli APEC. "Antes procurávamos genes ao acaso e verificávamos se estavam relacionados com patogenicidade. Agora, fizemos o contrário: sequenciamos a amostra inteira e, no genoma da mesma, procuramos os genes possivelmente relacionados a doenças para promover uma mutação dirigida, que é mais eficiente no processo de obtenção de linhagens vacinais", esclarece o professor.</p> <p>Na opinião de Silveira, a publicação dos dados referentes ao genoma ajudará no desenvolvimento de novas vacinas e servirá a outros pesquisadores. "A publicação do genoma facilitará a detecção, em meio a aproximadamente cinco mil genes presentes na E. coli, daqueles relacionados a doenças -- e, nestes, fazer uma mutação sítio-dirigida para verificar quais linhagens mutadas perdem a patogenicidade e podem ser utilizadas como vacina. Estes resultados também indicam produtos gênicos (proteínas) que podem ser utilizados para o desenvolvimento de vacinas contendo epítopos antigênicos. É um método mais eficiente do que aquele que descrevi na outra entrevista".</p> <p>As doenças causadas por E. coli, em aves comerciais, vão desde uma septicemia (infecção) generalizada, que leva à sua morte, até outras localizadas, como a síndrome da cabeça inchada (objeto específico do trabalho de Thaís Cabrera), que implica em condenação da carcaça nos abatedouros; a bactéria também produz celulite, onfalite e coligranulona. "Este tipo de E. coli tem uma importância econômica bastante grande para o Brasil, que é o terceiro maior produtor mundial de carne de aves e o primeiro exportador. O setor responde por 1,5% do PIB, num valor anual de 5 bilhões de dólares. Isso sem considerar o enorme consumo interno de um produto de grande valor nutricional e o emprego direito e indireto de milhares e milhares de pessoas", afirma Wanderley Silveira.</p> <p>Pesquisa maior</p> <p>Thaís Cabrera está na metade do doutorado, sendo que o artigo a ser publicado no Journal of Bacteriology é apenas parte de uma pesquisa maior, dentro do Laboratório de Biologia Molecular Bacteriana. Na verdade, o grupo do IB possui mais três linhagens bacterianas com o DNA sequenciado, cada uma delas causadora de um tipo de doença. "O que anunciamos no artigo é que sequenciamos esse genoma e confirmamos que a bactéria, devido à presença de determinados genes já bastante estudados e relacionados à doença, é realmente patogênica para aves. Agora faço um trabalho de comparação com os outros três genomas sequenciados, que ainda está muito no começo", diz a autora.</p> <p>Ela observa que a quantidade de informações obtidas num sequenciamento é extremamente grande e a maior dificuldade vem depois, na verificação do que é cada gene e a sua utilidade. "Sempre vamos achar coisas novas em bactérias, mas o trabalho de prospecção ainda é muito árduo. Por isso, normalmente se faz o contrário, sequenciando determinado gene, que é um trabalho menor. Os pesquisadores ainda estão aprendendo a organizar todos os dados de um genoma para que se possa descobrir e extrair o que realmente tem relevância."</p> <p>Segundo Wanderley Silveira, a pessoa habilitada para fazer esta prospecção de genes é essencialmente o bioinformata. "O Brasil vem mostrando um avanço em diferentes áreas das ciências biológicas, principalmente por causa do advento de técnicas como a biologia molecular e a bioinformática. Mas, apesar de todos os estímulos que são oferecidos, ainda não existem pesquisadores formados em número suficiente nesta área. Thaís está aprendendo e, só nesse tempo de aprendizagem, já conseguiu ter um trabalho aprovado por uma publicação internacional."</p> <p>O professor do IB ressalta que há falta de recursos humanos em sua área de pesquisa como um todo, visto que o enfoque maior, de maneira geral, é dado a linhagens bacterianas de origem humana. "Temos no país grupos trabalhando em microbiologia, dentro dela os envolvidos com bacteriologia e, mais especificamente, os interessados em E. coli. É um nicho ainda pequeno, mas alguns grupos estão se fortalecendo e o nosso vem formando várias pessoas que atuam na área e já estão em outras universidades. O que faz o sistema científico funcionar é a disponibilidade de verba. Esse tipo de publicação vai dar maior visibilidade ao grupo, a fim de atrairmos mais recursos e alunos para serem formados nas diferentes especialidades, inclusive em bioinformática."</p> <p>Colaboradores</p> <p>Para viabilizar seu trabalho, Thaís Cabrera contou com recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fapesp, além da colaboração de Gonçalo Guimarães Pereira, do Laboratório de Genômica do IB, na parte de bioinformática.</p> <p>O artigo para o Journal of Bacteriology, intitulado The draft genome of a Brazilian Avian Pathogenic Escherichia coli (APEC) strain and in silico characterization of virulence related genes, tem ainda os seguintes autores: Lucas Pedersen Parizzi, Monique Ribeiro Tiba, Gonçalo Amarante Guimarães Pereira e Wanderley Dias da Silveira, todos do Departamento de Genética, Evolução e Bioagentes do IB; Lihong Chen e Jian Yang, do Instituto de Biologia de Patógenos do Union Medical College de Pequim (China); e JunYu e Vartul Sangal, do Instituto de Farmácia e Ciências Biomédicas da Universidade de Strathclyde (Glasgow, Reino Unido).</p> <p>Vacina deve chegar ao mercado em até 4 anos</p> <p>O professor Wanderley Silveira afirma que os estudos realizados pelo seu grupo não têm importância apenas localizada, mas nacional, pois envolvem bactérias causadoras de processos infecciosos em aves de todo o país. "Temos linhagens das regiões Sul, Nordeste e Sudeste: Rio Grande do Sul e Paraná são grandes produtores de aves e Pernambuco tem este setor como segunda economia, enquanto no Estado de São Paulo há grande produção de ovos e aves de corte. Nosso sonho é obter linhagens vacinais brasileiras que possam ser utilizadas em plantéis de todas as regiões. O ideal seria uma linhagem única, contra o maior número de doenças, mas quatro linhagens talvez possam abarcar todas as patogenias. Pretendemos lançar esses produtos no mercado em três ou quatro anos."</p> <p>Em relação a possíveis colaborações com o setor privado, o pesquisador admite que tem feito contatos, mas considera que o desenvolvimento de ciência na indústria ainda é muito incipiente. "Geralmente, eles querem um trabalho já pronto, não têm paciência para esperar algum resultado. Tenho conhecimento de que produtos desenvolvidos em outros países podem ser trazidos para comercialização no Brasil. Entretanto, como não são linhagens brasileiras, não possuem necessariamente os mesmos mecanismos de patogenicidade que as nossas. Mas estão prontas para serem usadas, que é o que a indústria deseja."</p> Fonte: Jornal da Unicamphttp://aveworld.com.br/noticias/post/biologos-promovem-cerco-a-bacteria-que-infesta-granjashttp://aveworld.com.br/noticias/post/biologos-promovem-cerco-a-bacteria-que-infesta-granjas31Thu, 17 May 2012 15:06:15 -0300Aviagen realiza importante trabalho na Diplomata<p>MAIO 17, 2012 - CAMPINAS, SP - BRASIL – A Aviagen, empresa líder mundial em genética de aves, realizou um importante trabalho de assistência técnica na Diplomata, tradicional empresa do Sul do Brasil. Um evento foi realizado pela equipe de serviços técnicos da Aviagen América Latina, com foco em sanidade em matrizes e frangos de corte. O evento contou também com a presença de Roberto Soares, veterinário brasileiro que é sediado na Aviagen Inc., nos Estados Unidos.</p> <p>“Este evento foi realizado com praticamente toda equipe de campo da Diplomata, alternando entre as equipes de granjas de matrizes (recria e produção), incubatório e frangos de corte”, comentou Luiz Francisco Mansano, supervisor regional de vendas da Aviagen na região. Segundo Dimitri Freitas, sanitarista corporativo da Diplomata, “eventos dessa natureza são extremamente eficazes e a Diplomata agradece pela realização deste evento, especialmente em função do produto Ross ter um número bastante expressivo de aves na empresa”, complementou.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/aviagen-realiza-importante-trabalho-na-diplomatahttp://aveworld.com.br/noticias/post/aviagen-realiza-importante-trabalho-na-diplomata31Thu, 17 May 2012 15:03:31 -0300Presidente do SINDAN assume cargo de Diretor da IFAH<p><em>Ricardo Pinto irá representar a indústria de produtos para a saúde animal na Internacional Federation for Animal Health</em></p> <p>O presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), Ricardo Pinto, foi eleito Diretor da IFAH (Internacional Federation for Animal Health), entidade internacional que representa a indústria de produtos para a saúde animal, em Bruxelas, na Bélgica, no início de abril, representando as Américas do Sul e Central.</p> <p>A Assembléia Geral de 2012 foi conduzida pelo presidente da entidade Juan Ramón Alaix, principal executivo mundial da Pfizer Animal Health, e secretariado pela diretora executiva da entidade Bárbara Freischem. No evento, foram apresentados em seminários discussões de estratégias futuras além das prioridades para o setor veterinário mundial.</p> <p>Um dos focos da IFAH é assegurar que as decisões sejam tomadas com base na ciência, propiciando segurança alimentar ao consumidor, principalmente nas questões relacionados a novos produtos, com base nos organismos de registros e entidades internacionais.</p> <p>Mais informações: www.ifahsec.org</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifahhttp://aveworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifah31Thu, 17 May 2012 14:50:17 -0300Custo de produção de frangos chega ao índice mais alto em 12 meses; ICPSuíno/Embrapa cai em abril<p>O Índice de Custo de Produção de Frangos de corte feito pela Embrapa Suínos e Aves (ICPFrango/Embrapa), empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, subiu 2,72% em abril em comparação a março. O ICPFrango/Embrapa chegou a 145,90, ante 142,04 verificado no mês anterior.</p> <p>Segundo o levantamento da Embrapa, o grupo de insumos pintos de um dia, bem como o grupo nutrição, apresentaram taxas de variação de 1,33% e 1,03%, respectivamente, pressionando a alta do índice. Em 2012, o ICPFrango/Embrapa acumula 12,35%.</p> <p>ICPSuíno/Embrapa - Já o Índice de Custo de Produção de Suínos foi de -0,57% em abril em comparação a março. O ICPSuíno/Embrapa chegou a 141,23, ante 142,03 verificado no mês anterior. No acumulado do ano, o ICPSuíno/Embrapa chega a 0,85%.</p> <p>A diminuição no índice em abril foi devida a uma retração nos preços do milho. A queda verificada para o grupo de insumos manutenção, financeiro, Funrural (-0,15%) deu-se em função das baixas nos preços de mercado dos suínos vivos e prontos para o abate, sobre o qual incide a taxa de 2,3% relativa ao Funrural.</p> <p>CIAS - O ICPSuíno/Embrapa e o ICPFrango/Embrapa foram criados em 2011 pela equipe de sócio-economia da Embrapa Suínos e Aves. A evolução dos índices nos últimos 12 meses, a estrutura de ponderação para os cálculos dos índices de custos de produção, as variações percentuais do mês e os acumulados no ano podem ser conferidos no site da CIAS (Central de Inteligência de Suínos e Aves) da Embrapa, na página eletrônica www.cnpsa.embrapa.br/cias.</p> <p>Sobre os índices - O ICPFrango/Embrapa é referente aos custos de produção no Paraná, maior produtor de frangos do país, para o aviário tipo climatizado em pressão positiva, modelo referencial de produção. Já o ICPSuíno/Embrapa é obtido a partir de resultados de custos da produção de suínos em Santa Catarina, maior produtor nacional de suínos, em sistema tipo "ciclo completo", para o suinocultor empresário independente. Ou seja, não há um contrato de integração vertical por sítios como ocorre na produção de leitões e terminados.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/custo-de-producao-de-frangos-chega-ao-indice-mais-alto-em-12-meses-icpsuinoembrapa-cai-em-abrilhttp://aveworld.com.br/noticias/post/custo-de-producao-de-frangos-chega-ao-indice-mais-alto-em-12-meses-icpsuinoembrapa-cai-em-abril31Thu, 17 May 2012 14:46:37 -0300Syngenta apresenta soluções para a safrinha durante a Agrobrasília<p><em>Empresa leva aos agricultores da região seu portfólio de soluções integradas para a segunda safra, prática que ganha cada vez mais importância na região</em></p> <p>A Syngenta leva a Agrobrasília, uma das mais importantes feiras de agronegócio do país suas soluções desenvolvidas e adaptadas para acompanhar o crescimento da safrinha no Cerrado. A prática da segunda safra tem ganhado cada vez mais importância no entorno de Brasília e por conta disso, a empresa levará à feira sementes de soja de ciclo precoce, que levam de 90 a 95 dias do plantio à colheita. “Com um ciclo mais rápido, essas variedades permitem que haja uma segunda colheita, aproveitando o final do período de chuvas”, observa Lucas Perez, coordenador de marketing da Syngenta. Segundo ele, a variedade de soja mais utilizada atualmente na região é a ciclo tardio.</p> <p>A empresa também apresentará variedades de milho safrinha de ciclo precoce, indicados à região e seu portfólio para uma cultura que ganha cada vez mais espaço: o girassol, excelente opção para safrinha, por demandar menos água que o milho e pela sua alta lucratividade. “A empresa desenvolveu desde sementes apropriadas para as condições brasileiras até um modelo de comercialização”, explica Perez.</p> <p>Outro diferencial da Syngenta será o projeto “Seis Toneladas” que busca orientar agricultores a obter a produtividade máxima com a cultura do feijão. Com a participação da Embrapa e do Centro Nacional de Pesquisas e Feijão (CNPAF) de Goiânia (GO), a iniciativa, resultou em um livro que traz informações detalhadas sobre o manejo necessário para ganhos de até 6 toneladas em um hectare. Os trabalhos foram coordenados pelo grupo GTEC-feijão que reuniu vários especialistas das entidades que abordaram temas como fisiologia, adubação, fitotecnia, fitopatologia, plantas daninhas e entomologia.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/syngenta-apresenta-solucoes-para-a-safrinha-durante-a-agrobrasiliahttp://aveworld.com.br/noticias/post/syngenta-apresenta-solucoes-para-a-safrinha-durante-a-agrobrasilia31Thu, 17 May 2012 12:11:08 -0300Patrícia Aparecida dos Santos assume Coordenação de Inteligência de Mercado da MSD Saúde Animal<p>Patrícia Aparecida dos Santos foi contratada e, a partir de 09 de abril de 2012, passa a assumir a Coordenação de Inteligência de Mercado da MSD Saúde Animal.</p> <p>Formada em Administração de Empresas pela Faculdade Oswaldo Cruz, é pós-graduada em Negócios Internacionais (Mackenzie) e em Marketing (FAAP); especialização em Estratégia de Marketing (FGV) e cursa MBA em Estratégia de Negócios - BSP Business School São Paulo.</p> <p>Patrícia ingressa na empresa com a tarefa de dar continuidade ao exemplar trabalho desenvolvido, nesta função, por Arnaldo Elias, que se aposenta, após anos de dedicação, eficiência e muitas conquistas para a empresa. Patrícia está sob direção de Gúbio Almeida, Diretor de Operações da MSD Saúde Animal.</p> <p>Para Patrícia, trata-se de um desafio, pois o mercado de saúde animal é novo para ela. “Pretendo me reunir com cada liderança da empresa para entender as estratégias, as metas que almejam, contribuindo desta forma para atender as necessidades deste mercado, ganhando mais market share para a MSD Saúde Animal", garante.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/patricia-aparecida-dos-santos-assume-coordenacao-de-inteligencia-de-mercado-da-msd-saude-animalhttp://aveworld.com.br/noticias/post/patricia-aparecida-dos-santos-assume-coordenacao-de-inteligencia-de-mercado-da-msd-saude-animal31Thu, 17 May 2012 11:20:17 -0300JBS tem lucro líquido R$ 116,1 milhões no 1º trimestre<p>São Paulo, 16 - A empresa de alimentos JBS registrou lucro líquido, atribuído aos controladores, de R$ 116,1 milhões no primeiro trimestre, queda de 21% ante os R$ 147 milhões registrados em igual período de 2011. O lucro líquido consolidado ficou em R$ 129,519 milhões, alta de 44% na comparação com os R$ 89,925 milhões do primeiro trimestre do ano passado.</p> <p>A companhia também informou o lucro líquido ajustado do período, que não considera o imposto de renda diferido passivo, gerado pela realização do ágio, que só seria efetivamente desembolsado do caixa em caso de venda da companhia, de R$ 240,3 milhões.</p> <p>De acordo com a JBS, em release à imprensa, o lucro do primeiro trimestre foi impulsionado pelas operações da JBS Mercosul. Nos três primeiros meses do ano, as vendas do bloco formado por Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, somaram R$ 3,82 bilhões, um crescimento de 6,2% em comparação com o mesmo período do ano passado. Os negócios no Mercosul renderam à companhia um Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 508 milhões, um crescimento de 64,9% em comparação ao primeiro trimestre de 2011 e 24,7% maior que o quarto trimestre do ano passado. A margem Ebitda da unidade ficou em 13,3% ante 8,6% do primeiro trimestre de 2011.</p> <p>O Ebitda consolidado da JBS diminuiu 16,7%, passando de R$ 835,9 milhões no primeiro trimestre de 2011 para R$ 696,5 milhões de janeiro a março deste ano. A margem Ebitda ficou em 4,4% ante 5,7% na mesma base de comparação. O resultado é decorrente do desempenho negativo da unidade de bovinos nos Estados Unidos, que apresentou Ebitda negativo de US$ 45,4 milhões ante um Ebitda positivo de US$ 269,7 milhões do primeiro trimestre de 2011. O resultado foi compensado parcialmente pela reversão do resultado negativo da Pilgrim's Pride, que somou Ebitda de US$ 104 milhões.</p> <p>Já a receita líquida consolidada da JBS totalizou R$ 16,011 bilhões no período, alta de 9,1%, na relação com os R$ 14,672 bilhões do primeiro trimestre de 2011. "A expansão da receita se deu, principalmente, em decorrência do desempenho das unidades de bovinos nos Estados Unidos, devido ao aumento dos preços médios no período, e do resultado da JBS Mercosul, que registrou crescimento de 16% no volume vendido de carne in natura no mercado interno combinado com aumento dos preços de venda nas exportações", explicou a JBS, no release de resultados enviado ao mercado na noite de ontem.</p> <p>Durante o primeiro trimestre, cerca de 78% das vendas globais da JBS foram realizadas nos mercados domésticos em que a companhia atua e 22% por meio de exportações.</p> Fonte: Agencia Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/jbs-tem-lucro-liquido-r-1161-milhoes-no-1-trimestrehttp://aveworld.com.br/noticias/post/jbs-tem-lucro-liquido-r-1161-milhoes-no-1-trimestre31Thu, 17 May 2012 11:16:50 -0300JBS terá R$ 3 bi da receita adicional oriunda da Doux<p>O presidente do Grupo JBS, Wesley Batista, disse nesta quarta-feira que, da expectativa da receita adicional de R$ 4,5 bilhões em termos anualizados oriunda da locação de ativos da Doux Frangosul e da incorporação das 12 unidades de bovinos no País no primeiro trimestre, R$ 3 bilhões serão obtidos já em 2012. "Começamos a incorporação das unidades no final de fevereiro, meados de março, e no início do mês vieram os ativos da Doux. Então o prazo é factível", explicou o executivo em teleconferência com analistas do mercado financeiro durante anúncio dos resultados da companhia no primeiro trimestre.</p> <p>Batista também comentou que a melhora dos resultados das operações da JBS Mercosul foi uma soma de medidas, como redução de custos e eficiência na operação, e que as margens apresentadas no primeiro trimestre são sustentáveis para o ano. A unidade da JBS Mercosul teve margem Ebitda de 13,3% no período.</p> Fonte: Agencia Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/jbs-tera-r-3-bi-da-receita-adicional-oriunda-da-douxhttp://aveworld.com.br/noticias/post/jbs-tera-r-3-bi-da-receita-adicional-oriunda-da-doux31Thu, 17 May 2012 10:52:44 -0300Oriente Médio lidera importações de carne de frango brasileira<p><em>Importação para outros países da Ásia e África apresentou aumento no período</em></p> <p>Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), compilados pela União Brasileira de Avicultura (UBABEF), de janeiro a abril deste ano, o Oriente Médio foi o principal destino das exportações de carne de frango brasileira. A região importou 433,5 mil toneladas, volume 9,4% menor, na comparação com igual período de 2011. Em segundo e terceiro lugares ficaram o restante da Ásia e África, com compras de 388 mil toneladas (aumento de 12,7%) e 210,7 mil toneladas (aumento de 43,9%).</p> <p>Os cortes de frango foram os principais produtos exportados em 2012, totalizando 714,4 mil toneladas, seguidos do frango inteiro, com 470,6 mil toneladas e carnes salgadas, com 60,3 mil toneladas.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/oriente-medio-lidera-importacoes-de-carne-de-frango-brasileira-no-primeiro-quadrimestrehttp://aveworld.com.br/noticias/post/oriente-medio-lidera-importacoes-de-carne-de-frango-brasileira-no-primeiro-quadrimestre31Thu, 17 May 2012 10:50:10 -0300Tyson Foods pretende produzir 50% mais frangos no Brasil<p>Companhia deseja expandir mercados fora dos EUA</p> <p>A companhia estadunidense de carnes Tyson Foods, anunciou, nesta quarta-feira (16/05), que deseja expandir a produção de frangos nos seus três principais mercados externos. De acordo com as declarações dos executivos da empresa, até 2014, a produção no Brasil crescerá 50%. Já na China - onde a Tyson, atualmente, produz cerca de dois milhões de aves por semana -, deve processar até três milhões semanalmente. Na Índia, o objetivo é aumentar em 60%.</p> <p>Para o México, os executivos não alteraram suas projeções, que equivalem a 2,7 milhões de frangos abatidos por semana. Segundo Dow Jones, no último ano fiscal, a Tyson processou um total de 42,3 milhões de aves por semana.</p> Fonte: Agencia Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/tyson-foods-pretende-produzir-50-mais-frangos-no-brasilhttp://aveworld.com.br/noticias/post/tyson-foods-pretende-produzir-50-mais-frangos-no-brasil31Thu, 17 May 2012 10:11:27 -0300Suinocultura e avicultura são atividades geradoras de emprego em Nova Alvorada<p>Perspectivas futuras para aves e suínos tematizaram as palestras realizadas na última sexta-feira (11/05), em Nova Alvorada, em evento que reuniu quase 200 pessoas no auditório da Casa de Cultura.</p> <p>O 9º Encontro Municipal de Avicultores e Suinocultores integrou as comemorações de 24 anos do município, onde 25% das propriedades rurais produzem aves e suínos. O diretor técnico e presidente em exercício da Emater/RS, Gervásio Paulus, participou da abertura do evento, assim como o diretor administrativo, Valdir Zonin, e o assistente técnico estadual em Suínos e Aves, Henrique Bartels, além do chefe do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar, Romeu Cezar Deon.</p> <p>Paulus elogiou a persistência dos produtores, especialmente dos pequenos, que permanecem no mercado, apesar das dificuldades. De acordo com o prefeito de Nova Alvorada, Edilson Romanini, as atividades de suinocultura e avicultura são as que mais empregam e dão retorno ao município, gerando uma parcela significativa ao Produto Interno Bruto (PIB).</p> <p>Nova Alvorada possui 642 estabelecimentos rurais, sendo 45 produtores de suínos e 115 avicultores. A cada ano, são produzidas 9.774 milhões de aves, 21 mil leitões e outros 60.400 mil suínos terminados, o que gera, de receita líquida, quase R$ 5 milhões. O município, que possui 58% da população (de 3.182 pessoas) no meio rural, produz ainda milho (413 propriedades), soja (237 propriedades), fumo (196), bovinocultura de leite (180) e erva-mate (133).</p> <p>Também participaram do encontro o vice-prefeito Claudir Sotilli e os presidentes da Associação de Suinocultores e Avicultores, Valmor Darif, e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Orides Locatelli. Foram palestrantes Ivo Oltramari Jr, da GSI Agromarau, e Valdecir Folador, da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs). Após as palestras, os participantes se reuniram no CTG Rancho da Amizade, onde foi servido Porco à Paraguaia, e realizado baile.</p> Fonte: Assessoria de Comunicação da Presidência da Emater/RS-Ascarhttp://aveworld.com.br/noticias/post/suinocultura-e-avicultura-sao-atividades-geradoras-de-emprego-em-nova-alvoradahttp://aveworld.com.br/noticias/post/suinocultura-e-avicultura-sao-atividades-geradoras-de-emprego-em-nova-alvorada31Thu, 17 May 2012 10:10:00 -0300RS: Investigação contra Doux é arquivada<p>O Ministério Público confirmou o arquivamento do pedido de investigação sobre supostas irregularidades na movimentação financeira e negócios entre a Doux Frangosul e a matriz na França. O inquérito, que havia sido solicitado em 17 de janeiro pelos secretários do Desenvolvimento, Mauro Knijnik, e da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi, ao então procurador-geral de Justiça em exercício, Ivory Coelho Neto, também envolvia os danos sociais às famílias de 2,7 mil produtores de frango e suínos integrados à empresa.</p> <p>Segundo Celso Pedro Stein, promotor de Montenegro encarregado do inquérito, os dados apresentados pelo governo estadual constavam nos balanços da empresa, e não apontavam possibilidade de crime de competência do Ministério Público. “Eles podem ter agido com imoralidade, mas não com ilegalidade. São documentos públicos, onde a empresa expressa sua condição financeira extremamente ruim, e não havia indícios para configurar uma investigação”, destaca Stein.</p> <p>A análise dos balanços contábeis da Doux Frangosul entre 2008 e 2010 foi feita por assessores técnicos da pasta da Agricultura. Estavam no documento apontamentos sobre pagamento de lucros e dividendos, empréstimos e prazo de dez anos para a Doux francesa quitar contratos de compra de produtos exportados pela filial. A lista de “indícios” apresentada pelo governo do Estado também incluía a compra pela operação brasileira de marcas e patentes e portfólio de clientes no valor de R$ 202,7 milhões, ocorrida em 2008.</p> <p>De acordo com Stein, a maior preocupação do Ministério Público, que era o prejuízo social criado para os produtores integrados, já foi solucionada pela administração local da empresa. Em março, a Brasil Foods (BFR) assumiu o controle da unidade de suínos de Ana Rech, bem como o pagamento dos lotes de leitões. Já o grupo JBS Friboi confirmou, no início de maio, o arrendamento, por R$ 300 milhões, das operações de aves em todo o Estado e iniciou a quitação das dívidas com os criadores, sendo que a primeira parcela foi depositada na sexta-feira passada.</p> Fonte: Suinos.comhttp://aveworld.com.br/noticias/post/rs-investigacao-contra-doux-e-arquivadahttp://aveworld.com.br/noticias/post/rs-investigacao-contra-doux-e-arquivada31Thu, 17 May 2012 10:06:46 -0300Ministro da Agricultura: "Código Florestal possui textos confusos"<p>O Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, comentou nesta segunda-feira o texto do novo código Florestal, em análise pelo Poder Executivo. Para o ministro, o projeto tem trechos inadequados. "Tivemos os parágrafos 4º e 5º do Artigo 61 que, do meu ponto de vista, prejudicam o pequeno produtor. E existem outros textos confusos", disse.</p> <p>Mendes Ribeiro disse que o governo está examinando exaustivamente o texto para tomar a decisão de vetá-lo totalmente ou parcialmente. "Esse exame está sendo feito com todo cuidado e, na data do veto, o governo fará o veto", defendeu o ministro.</p> <p>Os parágrafos em questão tratam do reflorestamento da mata ciliar, aquela à margem dos rios, de propriedades rurais em Áreas de Preservação Permanente (APPs). Pelo novo código, imóveis às margens de cursos d'água de até 10 m de largura devem repor uma faixa de 15 m de de mata ciliar.</p> <p>Independentemente da decisão presidencial, Mendes Ribeiro disse que a discussão sobre o código representou um avanço. "O preconceito com a área rural diminuiu e o conhecimento sobre a capacidade de produzir do trabalhador rural brasileiro ficou bem registrado. Amadurecemos, a educação ambiental cresceu, nós só ganhamos", afirmou. A presidente Dilma Roussef tem até o próximo dia 25 para decidir pelo veto ou não do projeto.</p> Fonte: Agência Brasilhttp://aveworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-codigo-florestal-possui-textos-confusoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-codigo-florestal-possui-textos-confusos31Thu, 17 May 2012 09:45:34 -0300Produtores querem limites nos royalties para transgênicos<p>Em debate na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) nessa quinta-feira (10), representantes dos produtores de soja e de sementes defenderam regras mais claras para cobrança de royalties para biotecnologias, em especial para sementes transgênicas. Segundo explicou Glauber Silveira da Silva, presidente da Associação dos Produtores de Soja, os royalties são cobrados na compra da semente geneticamente modificada e também na entrega da colheita, havendo confisco de parte da produção.</p> <p>– As empresas auditam e fiscalizam a cobrança de royalties – protestou ele, ao defender a uniformização do processo de remuneração aos detentores de patentes de sementes.</p> <p>O presidente da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso, Pierre Narie Jean Patriat, apontou o domínio que as empresas que controlam os transgênicos exercem sobre os produtores. As empresas, explicou ele, licenciam a produção de variedades de interesse do setor produtivo, mas apenas as opções disponibilizadas pelas corporações.</p> <p>Em 2005, apenas um quarto da soja produzida no Brasil era transgênica. A situação hoje se inverteu e 82% da soja brasileira já são geneticamente modificados. No milho, o transgênico já chega a 67% da produção e no algodão, a 32% do total. No conjunto, o Brasil é o segundo no uso de sementes geneticamente modificadas, no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.</p> <p>Escolha limitada</p> <p>Glauber da Silva e Pierre Patriat discordaram da alegação de Ivo Carraro, diretor da Associação Brasileira de Sementes e Mudas, de que há liberdade de mercado, tendo o produtor amplo direito de escolha, o que também foi rebatido pelo senador Blairo Maggi (PR-MT).</p> <p>– O mercado não é tão livre assim – disse o parlamentar, que defende o pagamento de royalties, mas de forma justa. Ele defendeu a revalidação das patentes, para avaliar se a tecnologia oferecida continua viável, justificando a remuneração de seus detentores.</p> <p>Fundo</p> <p>Para desonerar os produtores, Irineu Orth, presidente da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul, sugeriu a criação de fundos que remunerem detentores de patentes, pesquisadores e produtores de sementes. Seria um fundo para cada uma das commodities, abastecido por 0,5% do valor obtido na comercialização e administrado por representantes do governo federal e de entidades nacionais representativas de cada cultura.</p> <p>A medida teria o objetivo de evitar conflitos judiciais como o relatado no início do debate pelo presidente da CRA, Acir Gurgacz (PDT-RO), entre a empresa Monsanto e produtores do Rio Grande do Sul, quando a Justiça Federal considerou abusiva a cobrança da taxa tecnológica sobre a comercialização da soja transgênica.</p> <p>Pesquisa e segurança alimentar</p> <p>Os participantes da audiência pública foram unânimes na defesa da pesquisa nacional em biotecnologia, como condição para o país competir com as multinacionais. Na opinião de Blairo Maggi, o governo deve reforçar o orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), responsável pelo conhecimento necessário ao avanço do agronegócio brasileiro. Kátia Abreu (PSD-TO) concordou com o colega.</p> <p>– Um país que não tenha seu próprio patrimônio intelectual, que não tenha uma corporação forte em pesquisa, de acordo com seus climas, com suas terras, é um país que tende a ir para o atraso – frisou a parlamentar, sendo apoiada por Casildo Maldaner (PMDB-SC).</p> <p>O representante da Embrapa, Felipe Teixeira, reconheceu a importância das investigações em biotecnologias, mas ressaltou a necessidade de se manter também a pesquisa sobre variedades convencionais. Ao concordar, Blairo Maggi disse que o país deve conservar um banco de germoplasma, necessário à segurança alimentar. O senador alertou para o fato de as multinacionais exigirem que o produtor de sementes deixe de produzir variedades convencionais como condição para o licenciamento da produção de sementes modificadas.</p> <p>– Aí é que mora o perigo, da força que tem essa tecnologia de impedir que os sementeiros possam reproduzir as sementes convencionais. Isso é um monopólio, um crime contra o país, que precisa ser denunciado – disse Blairo Maggi.</p> <p>Sobre esse assunto, o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtos de Grãos não Geneticamente Modificados, César Borges Sousa, lembrou que os produtores já enfrentaram a falta de oferta de sementes não transgênicas e hoje se destacam no mercado mundial.</p> <p>– O Brasil é líder mundial de soja convencional. 50% do farelo de soja exportado pelo Brasil são provenientes de soja não transgênica.</p> <p>Em resposta a Ana Amélia (PP-RS), Souza informou que o custo de produção e a produtividade da soja transgênica e da convencional estão muito próximos.</p> Fonte: Agência Senadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/produtores-querem-limites-nos-royalties-para-transgenicos-2http://aveworld.com.br/noticias/post/produtores-querem-limites-nos-royalties-para-transgenicos-231Wed, 16 May 2012 16:23:53 -0300Tortuga dá o Drible da Vaca e lança nova campanha institucional com o tema futebol <p>Ações contemplam veiculação nacional em TV, mídia impressa, rádio e web</p> <p>São Paulo, maio de 2012 – A Tortuga (http://www.tortuga.com.br/) empresa pioneira em nutrição e saúde animal, acaba de apresentar sua nova campanha institucional, com o objetivo de posicionar a imagem da marca junto aos pecuaristas e ao público interno com uma abordagem mais emocional e divertida.</p> <p>Criada pela Agência 1, a campanha, que tem como tema central o Futebol, adota uma linguagem criativa que promete surpreender o segmento de pecuária que, frequentemente, adota discursos mais racionais.</p> <p>“A Tortuga está há 58 anos no mercado com uma história de pioneirismos e inovações tecnológicas. E estes aspectos já estão bastante arraigados à imagem da empresa. Nesse cenário e, devido a uma menor presença na mídia nos últimos dois anos, na campanha deste ano optamos por uma estratégia menos racional e técnica de comunicação, buscando fomentar a relação emocional do consumidor com a marca através do tema Futebol e ressaltar os benefícios que eles obtêm com nossos produtos”, assinala João Hilário da Silva Jr., gerente de comunicação de marketing da Tortuga.</p> <p>“A campanha tem como imagem central a pata da vaca sobre a bola de futebol. Posição de craque, que conhece e domina o jogo. Só a Tortuga tem propriedade e história que permitem uma abordagem como essa”, acrescenta João Hilário.</p> <p>O tema - O tema central da campanha, o Futebol, é traduzido pelo conceito criativo “O drible da vaca é Tortuga” e se apropria de uma paixão nacional, cujo interesse tende a crescer ainda mais com a aproximação da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, a serem realizadas, no Brasil, nos próximos anos.</p> <p>“A campanha é memorável e fala de maneira bem humorada com um público, predominantemente, masculino. Além de possibilitar desdobramentos criativos para todas as mídias”, complementa Hélio Silva, diretor de criação da Agência 1.</p> <p>O lançamento - Para o lançamento, a campanha será composta por comercial de televisão, spots para rádio, anúncios para mídia impressa, ações para web e em eventos.</p> <p>O comercial sugere uma partida de futebol cujos jogadores são animais reais que representam os segmentos atendidos pela empresa: boi, vaca, cavalo, suínos, ovinos e aves. Com locução típica de narradores esportivos e clima de decisão de campeonato, o filme chega ao clímax com o drible da vaca. Os três spots de rádio seguem a mesma temática e o clima de narração de jogo de futebol fica ainda mais forte. A mídia impressa contempla sete diferentes anúncios que variam entre páginas duplas e simples e abordam todos os segmentos animais: cavalos, gado leiteiro, gado de corte, suínos, ovinos e aves.</p> <p>Todas as peças da campanha poderão ser visualizadas no hotsite: www.tortuga.com.br/odribledavaca</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/tortuga-da-o-drible-da-vaca-e-lanca-nova-campanha-institucional-com-o-tema-futebolhttp://aveworld.com.br/noticias/post/tortuga-da-o-drible-da-vaca-e-lanca-nova-campanha-institucional-com-o-tema-futebol31Wed, 16 May 2012 16:22:32 -0300JBS encerra primeiro trimestre com lucro líquido ajustado de R$ 240 milhõeshttp://aveworld.com.br/noticias/post/jbs-encerra-primeiro-trimestre-com-lucro-liquido-ajustado-de-r-240-milhoeshttp://aveworld.com.br/noticias/post/jbs-encerra-primeiro-trimestre-com-lucro-liquido-ajustado-de-r-240-milhoes31Wed, 16 May 2012 15:39:49 -0300Colatto viaja à Alemanha para conhecer sistema de certificação de alimentos<p>Brasília 14/5/2012 – O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) embarca hoje (14/5), em viagem oficial, para Alemanha, onde irá conhecer o sistema agropecuário do Estado de Baviera. O convite partiu do Ministério de Alimentação, Agricultura e Florestamento da Baviera, em Munique República Federal da Alemanha, ao Secretário da Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Enio Marques, ao deputado Valdir Colatto, ao Presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (ABIEC) e ao Secretário da Frente Parlamentar da Agropecuária.</p> <p>O objetivo da comitiva é conhecer o sistema bávaro de qualidade de alimentos, sua educação em agricultura e indústria alimentícia, bem como estabelecer bases de cooperação entre a agricultura brasileira e a daquela unidade federada alemã. Baviera foi o primeiro no mundo a desenvolver e implantar o sistema de governança do setor produtivo da agropecuária.</p> <p>O Ministério Público Federal, o Ministério da Agricultura e a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, possui um termo de cooperação que objetiva a revisão do marco normativo da política rural no país. “Nessa revisão, esta se buscando adotar princípios de ordenação territorial rural, de conformidade de qualidade e de auto-responsabilidade, já implantados na Alemanha. Por isso, a visita propiciará conhecimentos mais profundos de parâmetros que poderão inspirar a reforma legislativa que se pretende levar ao nosso país”, justificou Colatto.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/colatto-viaja-a-alemanha-para-conhecer-sistema-de-certificacao-de-alimentoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/colatto-viaja-a-alemanha-para-conhecer-sistema-de-certificacao-de-alimentos31Wed, 16 May 2012 15:29:31 -0300Manejo inicial para o frango de corte no período de inverno foi tema de palestra de especialista da Cobb<p><em>Evento realizado em Assunção, Paraguai, contou com a troca de experiências da subsidiária brasileira</em></p> <p>As baixas temperaturas no Hemisfério Sul já estão ganhando discussões correntes na cadeia produtiva da avicultura dos países da América Latina. Com o tema central “O manejo inicial para o frango de corte no período de inverno”, o especialista técnico da Cobb-Vantress Brasil, Cassiano Marcos Bevilaqua, representou a subsidiária brasileira durante o “Encontro de Granjeros”, promovido pela empresa Pollpar SA., em Assunção, Paraguai, no último dia 27.</p> <p>O especialista da Cobb abordou assuntos como os principais pontos de manejo na primeira semana das aves, o controle de temperatura ideal para o período inicial e o controle da troca de ar sem promover sensação térmica às aves por meio da ventilação mínima. O evento contou com a participação de 60 pessoas entre granjeiros, técnicos e veterinários da empresa.</p> <p>Sobre a Cobb-Vantress Brasil</p> <p>Desde 1916 em atividade e com sede na cidade de Siloam Springs, Arkansas, Estados Unidos, a Cobb-Vantress está presente há 17 anos no Brasil. Mais antiga companhia de genética avícola do mundo, é líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola.</p> <p>A sede brasileira esta localizada na cidade de Guapiaçu, no interior do estado de São Paulo, e conta com aproximadamente 460 colaboradores.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/manejo-inicial-para-o-frango-de-corte-no-periodo-de-inverno-foi-tema-de-palestra-de-especialista-da-cobbhttp://aveworld.com.br/noticias/post/manejo-inicial-para-o-frango-de-corte-no-periodo-de-inverno-foi-tema-de-palestra-de-especialista-da-cobb31Wed, 16 May 2012 15:22:12 -0300Treinamento - Métodos de Análises Físico-Químicas em Carnes e Produtos Cárneos CTC/ITAL<p>O Centro de Tecnologia de Carnes – CTC do ITAL organizará a 3ª edição do treinamento - Métodos de Análises Físico-Químicas em Carnes e Produtos Cárneos que será realizado no período de 26 a 28 de junho de 2012, nas instalações do Centro de Tecnologia Carnes do ITAL – Instituto de Tecnologia de Alimentos, em Campinas - SP.</p> <p>O curso terá uma forte abordagem teórica e prática das principais análises utilizadas na avaliação de qualidade e segurança de carnes e dos produtos cárneos e visa fornecer uma visão da real importância de se implantar sistemas de qualidade baseado na NBR ISO/IEC 17025 e dos conceitos que auxiliam na garantia da qualidade analítica em laboratórios de análises físico-químicas.</p> <p>Perfil dos participantes: gerentes da qualidade, supervisores, técnicos e gestores de laboratórios de análises microbiológicas, professores e pesquisadores que atuam na área e demais interessados.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/treinamento-metodos-de-analises-fisico-quimicas-em-carnes-e-produtos-carneos-ctcitalhttp://aveworld.com.br/noticias/post/treinamento-metodos-de-analises-fisico-quimicas-em-carnes-e-produtos-carneos-ctcital31Wed, 16 May 2012 10:01:08 -0300Produção de milho na China deve crescer 3%<p>Pequim, 16 - A produção de milho da China deve atingir recordes 197,5 milhões de toneladas neste ano, alta de 3% ante 2011, informou nesta quarta-feira o Centro Nacional de Informação sobre Grãos e Óleos do país. É a primeira estimativa para a produção do grão em 2012 da instituição apoiada pelo governo.</p> <p>A área plantada com milho deve crescer 2,6% neste ano, para 34,3 milhões de hectares, segundo o centro. A produção de trigo e arroz deve aumentar mais lentamente. A safra de trigo deve subir 2%, para 120,3 milhões de toneladas, enquanto a do arroz deve avançar 2,1%, para 205 milhões de toneladas. A produção de soja é estimada em 13 milhões de toneladas, queda de 7% ante 2011. As informações são da Dow Jones.</p> Fonte: Agencia Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/producao-de-milho-na-china-deve-crescer-3http://aveworld.com.br/noticias/post/producao-de-milho-na-china-deve-crescer-331Wed, 16 May 2012 09:54:29 -0300CE: Produtores pedem urgência na liberação de recursos<p>Quixeramobim - Os efeitos da seca estão afetando ainda mais os nervos dos agricultores no Interior do Ceará. Um mês após a ocupação da Prefeitura de Quixeramobim em busca de alimentos, eles saíram novamente em marcha pelas ruas desta cidade, reivindicando agilidade na liberação do custeio agropecuário emergencial da seca. Dessa vez resolveram acampar do outro lado da Praça Capitão Dias Ferreira, em frente à agência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Conforme lideranças da mobilização, pretendiam permanecer naquele local até a realização de audiência pública com representantes do Governo do Estado, Defesa Civil e superintendência dos bancos do Nordeste e do Brasil.</p> <p>Foram atendidos por um representante da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), Valmir Severo. O presidente Jose Maria Pimenta está em Israel buscando novas alternativas tecnológicas para o sertão. As negociações se estenderam até a noite. Após atendimento das reivindicações, coordenadas pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Ceará (Fetraece), Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Quixeramobim, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Movimento Sem Terra (MST) retornaram para os assentamentos. Tiveram a garantia do início da liberação do custeio emergencial. O primeiro projeto foi apresentado na manhã de ontem.</p> <p>Também ficou acertado o auxílio da Prefeitura de Quixeramobim no transporte do milho subsidiado pela Conab, explicou o secretário de Políticas Agrárias e Meio Ambiente da Fetraece, José Militão Neto. Os grãos estão chegando nos armazéns da Conab espalhados pelo Estado, mas sem organização a despesa para adquirir a saca de R$ 18,50 pode sair bem superior aos R$ 45,00 cobrados atualmente pelos atacadistas. A alternativa para o frete não onerar o preço é juntar muitos pequenos produtores para comprarem uma carga fechada. Nas outras regiões deve ocorrer o mesmo.</p> <p>Há pressa no acesso à verba especial dos R$ 2,7 bilhões concedida pela presidenta Dilma Roussef aos nordestinos afetados pela seca deste ano porque os animais estão começando a morrer, justificou Militão. A silagem está acabando, e apesar da promessa de distribuição de cestas de alimento muitos assentados querem continuar produzindo feijão, milho e pasto nas suas terras. Sem o empréstimo não tem como adquirir equipamentos para irrigação. O recurso disponibilizado deve ser aplicado somente para adquirir ração animal e estruturação hídrica das propriedades dos sertanejos.</p> <p>Sem demora</p> <p>Segundo o superintendente estadual do BNB, Francisco Rivônio Pinho, não há demora na distribuição do amparo emergencial. Apenas a divulgação foi feita antes da liberação ser regulamentada pelo Banco Central, no último dia 9. O crédito especial, de R$ 2.500,00 a R$ 12 mil para cada trabalhador da agricultura familiar, já pode ser sacado, garantiu. Mas é preciso apresentar os documentos e o projeto exigido pelo Governo Federal para liberação do auxílio financeiro. Sem pendências o crédito chega às mãos dos beneficiados dentro de uma semana. Havendo demanda acentuada de solicitações o BNB realizará até mutirões técnicos, acrescentou.</p> <p>Ele ressaltou a necessidade dos trabalhadores rurais se organizarem em busca da elaboração de projetos de custeio, conforme orientação do Governo, com absoluta prioridade para a seca. Sem o projeto não há como receber o crédito e alertou: esse tipo de empréstimo só é liberado para os municípios onde houve decretação de Estado de Emergência, reconhecida pelos órgãos federais. Segundo o Ministério da Integração (MI), além de Quixeramobim, Quiterianópolis e Tauá estão com situação de emergência reconhecida pela Secretaria Nacional de Defesa Civil por estiagem. Outras 11 cidades cearenses estão com processo em análise.</p> <p>Crédito já está disponível</p> <p>Crato Após ter sido decretado estado de emergência devido à atual seca que assola as plantações, para os produtores rurais do Município já está disponível, desde o último dia 14, uma linha de crédito especial do programa emergencial para a seca de 2012. Os empréstimos podem ser feito junto ao Banco do Nordeste (BNB).</p> <p>O dinheiro foi disponibilizado para ações de combate a seca por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Sem chuvas, algumas comunidades, como o Sítio Páscoa, Minguiriba, Alto Grande e Mata Velha já enfrentam problemas de abastecimento.</p> <p>Este ano, as perdas nas lavouras no município chegam a ser superiores a 70%. Em várias localidades já há uma grande diminuição dos rebanhos. O gado está sendo vendido a preços inferiores aos praticados no mercado. Consequentemente houve uma redução da produção de leite e desemprego no campo, na mesma proporção das perdas.</p> <p>Renda</p> <p>A renda familiar dos agricultores do município, em grande maioria, é proveniente do cultivo de hortifrutigranjeiro e grão de centeio, da criação de animais e da produção de peças artesanais. A ideia do crédito é manter as mandalas produtivas para que, no próximo ano, os rebanhos possam ser repostos evitando a supervalorização dos preços. Os financiamentos poderão auxiliar o homem do campo na compra de ração para os animais, geração de pomares, melhoramentos dos mananciais de água e irrigação, geração de emprego e renda e na recuperação da infraestrutura dos imóveis rurais, sendo 35% do volume destinado ao custeio das atividades. Segundo o secretário de agricultura do Crato, Erasmo Ferreira, a aplicação do dinheiro vai movimentar a economia local. "Os beneficiados têm a característica de gastar o valor no município. Com esses investimentos manteremos o homem no campo, dando continuidade às atividades". Além dos agricultores familiares, poderão ser atendidos empresários do comercio, indústria e prestação de serviços.</p> Fonte: Diário do Nordestehttp://aveworld.com.br/noticias/post/ce-produtores-pedem-urgencia-na-liberacao-de-recursoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/ce-produtores-pedem-urgencia-na-liberacao-de-recursos31Wed, 16 May 2012 09:53:05 -0300Receita do milho supera a do algodão em MT<p>Pela primeira vez, o Valor Bruto da Produção (VBP), que é a soma do valor das principais lavouras do lado de dentro da porteira, estimado para o milho supera os cálculos previstos para o algodão, em Mato Grosso. Conforme cálculos da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgados nessa terça-feira (15), as lavouras de milho segunda safra estão avaliadas em R$ 5,30 bilhões, alta de 53% ante os R$ 3,46 milhões do mesmo período do ano passado. Mato Grosso, maior produtor de grãos e fibras da safra 2011/12, se prepara para colher volumes recordes do cereal, que conforme estimativas locais devem se aproximar de 12 milhões de toneladas, incremento – se confirmado - de mais de 70% em relação à produção do ano anterior, 6,99 milhões t.</p> <p>O que ocorre agora com o milho, a valorização do VBP, ocorreu com o algodão no ano passado, cultura que também está no campo, mas que já colhe uma espécie de ressaca após a forte valorização em 2011. Com queda de receita de 46,80% é a cultura estadual com a maior depreciação até o momento. A receita estimada em R$ 9,38 bilhões em 2011 está avaliada agora em R$ 4,99 bilhões. O VBP do algodão, na série histórica a partir de 2005, vem registrando essa média, ao contrário do milho, que neste mesmo ano valia R$ 1,27 bilhão.</p> <p>O VBP de Mato Grosso encolheu em relação aos dados apurados neste ano. Conforme do Mapa divulgados nessa terça-feira, a receita agrícola estadual passa de R$ 29,45 bilhões para atuais R$ 27,80, queda é 5,60%. Mesmo com a retração, o valor é o segundo maior da história, atrás apenas do observado no ano passado, R$ 29,45 bilhões. O VBP estadual supera, por exemplo, toda a projeção da região nordeste, estimada em R$ 27,09 bilhões.</p> <p>O VBP nacional está estimado em R$ 211,24 bilhões em 2012, valor está abaixo do obtido no ano passado, R$ 216,26. Os ajustes nas quantidades e nos preços mês a mês vão definindo a estimativa de valor para o ano em curso, uma vez que o valor bruto da produção é obtido através das informações de safras e dos preços, explicou o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.</p> <p>CULTURAS - Das cinco principais culturas mato-grossenses (algodão, arroz, cana, milho e soja), apenas duas apresentam retração, enquanto as outras seguem valorizadas em relação ao mesmo período do ano passado. A maior retração de VBP está na cotonicultura, com queda de 46,80%. Em</p> <p>O arroz, conforme cotações de abril, deverá contabilizar uma queda de 29,16% em relação à receita observada em igual momento de 2011, passando de R$ 339,51 milhões para R$ 239,79 milhões.</p> <p>A cana-de-açúcar se mostra com pequena valorização, menos de 1%, com estimativa de atingir valor de R$ 1,02 bilhão ante R$ 844,15 milhões do ano passado.</p> <p>A soja, com receita estimada em R$ 15,64 bilhões nesta safra, está 5,46% mais valorizada em relação aos R$ 14,83 bilhões apurados no ano passado.</p> <p>“Esses resultados vem ocorrendo principalmente pelo aumento dos preços desses produtos”, justificou Gasques.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://aveworld.com.br/noticias/post/receita-do-milho-supera-a-do-algodao-em-mthttp://aveworld.com.br/noticias/post/receita-do-milho-supera-a-do-algodao-em-mt31Wed, 16 May 2012 09:50:30 -0300Brasil e EUA tentam reduzir tarifas de exportação de frango para a Índia<p><em>Representantes de entidades do setor avícola realizam rodadas de negociações no país</em></p> <p>Representantes do setor avícola do Brasil e dos Estados Unidos estão na Índia para uma rodada de negociações com distribuidores locais de carne de frango. O objetivo é reduzir as tarifas aplicadas sobre as exportações da proteína dos dois países. O Brasil está representado pelo diretor de mercados da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Ricardo Santin, e o gerente de Relações com o Mercado da entidade, Adriano Zerbini, e os Estados Unidos, pelo presidente da USA Poultry & Egg Export Council (Usapeec), James Sumner.</p> <p>De acordo com a Ubabef, em nota distribuída nesta segunda, dia 14, há quatro anos um acordo sanitário possibilita exportações de carne de frango do Brasil para aquele país, mas a tarifa imposta, de 100%, inviabiliza as vendas. A mesma situação ocorre com as exportações norte-americanas.</p> <p>“Temos feito várias incursões para tentar reverter a situação deste mercado. Agora, vamos unir forças com as agroindústrias dos Estados Unidos para vencer esse entrave. Além disso, estamos insistindo para o governo brasileiro intervir nesta questão”, afirmou o presidente da Ubabef, Francisco Turra, no comunicado.</p> <p>Segundo o executivo, há boas expectativas sobre o crescimento de consumo de carne na Índia, que no caso das aves é de menos de dois quilos per capita ao ano. Para se ter uma ideia, no Brasil este consumo é de 47 quilos per capita ao ano. Além disso, as agroindústrias exportadoras nacionais têm intenção de estabelecer parcerias com empresas locais, como estabelecimentos de joint ventures, por exemplo.</p> Fonte: Agência Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/brasil-e-estados-unidos-tentam-reduzir-tarifas-de-exportacao-de-frango-para-a-indiahttp://aveworld.com.br/noticias/post/brasil-e-estados-unidos-tentam-reduzir-tarifas-de-exportacao-de-frango-para-a-india