AveWorldhttp://aveworld.com.br/AveWorldAveWorld28Thu, 23 Feb 2012 16:41:28 -0200MDIC organizará seminário sobre agroindústria na Arábia Saudita<p>Com objetivo de atrair investimentos sauditas, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior vai organizar um seminário em Riade para apresentar projetos da agroindústria brasileira. A parceria foi discutida pelo ministro Fernando Pimentel com os ministros sauditas Tawfiq Al Rabiah, da Indústria e Comércio, e Fahd Balghunaim, da Agricultura, no sábado, 18 de fevereiro, ultimo dia da viagem ao Oriente Médio.</p> <p>A sugestão de Pimentel foi feita diante do interesse das autoridades sauditas em ampliar o intercâmbio com o Brasil e da preocupação com a segurança alimentar do país árabe. "Hoje, os investimentos da Arábia Saudita no Brasil somam cerca de US$ 25 milhões, um valor irrisório, que pode ser aumentado imediatamente em dez vezes", disse o ministro Tawfiq Al Rabiah.</p> <p>Para Pimentel, o eventual investimento saudita permitiria a capitalização das empresas brasileiras e asseguraria um incremento nas exportações nacionais. O ministro brasileiro explicou aos colegas sauditas que a legislação brasileira oferece todas as garantias necessárias a investimentos estrangeiros, mesmo que não seja mais possível a compra de grandes extensões de terra. "O Brasil é um dos países mais competitivos do mundo no agronegócio e pode garantir o fornecimento de alimentos para a Arábia Saudita", sustentou.</p> <p>Pobre em recursos hídricos, o país árabe está reduzindo a produção de alimentos para assegurar o abastecimento de água à sua população. O seminário será organizado pela embaixada do Brasil em Riade e deve ocorrer em maio. A data será definida levando em conta a disponibilidade das empresas brasileiras e das autoridades sauditas.</p> Fonte: MDIChttp://aveworld.com.br/noticias/post/mdic-organizara-seminario-sobre-agroindustria-na-arabia-sauditahttp://aveworld.com.br/noticias/post/mdic-organizara-seminario-sobre-agroindustria-na-arabia-saudita28Thu, 23 Feb 2012 07:43:59 -0200Financiamento rural soma R$ 65,1 bilhões até janeiro de 2012<p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou os números relativos à concessão de crédito rural, entre os meses de julho até janeiro de 2012. De acordo com os dados, os agricultores brasileiros contrataram R$ 65,17 bilhões para o financiamento de custeio, investimento e comercialização no período. O montante é 52,9% superior ao total de R$ 123,23 bilhões previstos no Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2011/2012 para financiar o setor. Nesse valor está incluso o recurso destinado à Agricultura Familiar (Pronaf), de R$ 16 milhões.</p> <p>As aplicações nos programas destinados ao custeio e à comercialização atingiram R$ 44,4 bilhões. Entre os financiamentos para investimentos destaca-se a procura por recursos da linha do Programa ABC, para a utilização de boas práticas agrícolas, e do Programa de Sustentação do Investimento (PSI-BK). No ABC, foram contratados R$ 400,2 milhões entre julho de 2011 e janeiro de 2012 (104,9% mais do que em julho de 2010 a janeiro de 2011). No PSI-BK foram aplicados no período R$ 3,8 bilhões para a aquisição de máquinas agrícolas e estruturas de armazenagem.</p> <p>Os financiamentos concedidos por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) totalizaram R$ 1,2 bilhão, entre julho de 2011 e janeiro de 2012, ante os R$ 710,8 milhões do período anterior. A preocupação do governo é assegurar a disponibilidade de recursos para os próximos meses com vistas à safra de inverno, à comercialização e também ao pré-custeio. O acesso ao crédito é mais um instrumento para qualificar a produção rural e o governo está atento a isso para auxiliar o produtor rural, destacou o diretor do departamento de Economia Agrícola, Wilson Araújo.</p> <p>A avaliação das contratações do crédito agrícola, atualizada mensalmente, é realizada pelo Grupo de Acompanhamento do Crédito Rural, coordenado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.</p> Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentohttp://aveworld.com.br/noticias/post/financiamento-rural-soma-r-651-bilhoes-ate-janeiro-de-2012http://aveworld.com.br/noticias/post/financiamento-rural-soma-r-651-bilhoes-ate-janeiro-de-201228Thu, 23 Feb 2012 07:42:40 -0200Árabes formarão fundo de US$ 800 milhões para comprar alimentos<p>A Autoridade Árabe para Investimento e Desenvolvimento Agrícola (Aaaid, na sigla em inglês) planeja montar um fundo de US$ 800 milhões para ajudar a reforçar a segurança alimentar no Oriente Médio e norte da África, região conhecida por Mena.</p> <p>– Vamos montar um fundo que pode chegar a US$ 800 milhões e que servirá para formar uma companhia com presença no Casaquistão, Ucrânia, Egito e Sudão para garantir alimentos para a região árabe – disse Al Arabi Al Hamdi, conselheiro do presidente de assuntos econômicos da Aaaid.</p> <p>O grupo também quer formar uma empresa de logística em Dubai para facilitar o envio de grãos para os mercados da região. Formada em 1976, a Aaaid é uma entidade formada por 20 países árabes com o intuito de investir nos setores agrícola e de alimentos. As informações são da Dow Jones.</p> Fonte: Dow Joneshttp://aveworld.com.br/noticias/post/arabes-formarao-fundo-de-us-800-milhoes-para-comprar-alimentoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/arabes-formarao-fundo-de-us-800-milhoes-para-comprar-alimentos28Thu, 23 Feb 2012 07:38:42 -0200BRFoods: Fazenda redireciona cobrança milionária<p>A BRF - Brasil Foods tenta livrar-se na Justiça de uma cobrança de R$ 600 milhões da Fazenda Nacional, relativa a impostos devidos de 1992 a 1994 pela Huaine Participações - uma holding da família Brandalise, antiga controladora da Perdigão. A BRF argumenta que foi indevidamente incluída no processo 15 anos depois de iniciado, e que não pode responder pela dívida pois não tem qualquer tipo de relação jurídica com a Huaine.</p> <p>Em 1997, a Fazenda Nacional lançou um auto de infração contra a holding, por omissão de receitas e não pagamento de Imposto de Renda e contribuições federais. Mas o débito nunca foi pago. A Huaine perdeu a discussão no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Em 2000, chegou a ser incluída no Refis, mas foi excluída cinco anos depois.</p> <p>A Fazenda então redirecionou a cobrança para a Perdigão, em 2008. A empresa afirmou no processo que foi intimada no ano seguinte a pagar a quantia em cinco dias, caso contrário teria seu patrimônio penhorado. O argumento do Fisco é de que a Perdigão responde solidariamente pelos débitos da antiga controladora, pois teria interesse comum nos atos que levaram ao lançamento dos tributos.</p> <p>A empresa alega no processo que se trata de uma injustiça. A Perdigão foi vendida a fundos de pensão em 1994 e, posteriormente, sua fusão com a Sadia deu origem à Brasil Foods. A BRF argumenta que não houve qualquer tipo de sucessão tributária nessas operações, e que o próprio lançamento dos tributos ocorreu em 1997, quando a Perdigão já não tinha qualquer relação com os antigos controladores.</p> <p>Resposta da empresa</p> <p>Em nota ao Valor, a BRF afirmou que "não reconhece essa dívida, considera equivocada sua inclusão no processo e não considera esse caso um risco para a companhia".</p> <p>A BRF ganhou a discussão em primeira instância, pelo argumento de que o prazo de inclusão no processo estaria vencido. Segundo a defesa, o período máximo para isso seria de cinco anos, caso fosse reconhecido algum tipo de relação entre as empresas. O Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, porém, deu ganho de causa à Fazenda, entendendo que não seria possível falar em decadência do prazo, em razão do vínculo de solidariedade entre as companhias. Ou seja, uma vez constituído o crédito contra a Huaine, ele valeria também para a Perdigão.</p> <p>A BRF recorreu ao STJ dizendo que a decisão de segunda instância contraria a jurisprudência da própria Corte, de que seria indispensável rever o lançamento do tributo quando houver inclusão de uma nova empresa. Os advogados afirmaram durante o julgamento que, como os tributos eram devidos pela Huaine, somente ela poderia responder pela dívida. Também reclamaram na tributa que a Perdigão estaria sendo culpada por atos da família Brandalise (os ex-controladores foram acusados na Justiça de sonegação fiscal). Outro argumento da empresa foi de que, ainda que se estabelecesse algum vínculo de solidariedade com a Huaine, a Perdigão não poderia ter sido inserida na certidão de dívida ativa tão tarde, sem ter antes a chance de se defender na esfera administrativa.</p> <p>Na semana passada, o caso foi levado a julgamento pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas os ministros não chegaram a decidir o mérito. O relator do processo, ministro Herman Benjamin, entendeu que o TRF não discutiu todos os argumentos trazidos pela BRF, e determinou o retorno do processo para novo julgamento em segunda instância. O voto foi acompanhado por unanimidade. "A decisão foi favorável à empresa, ao acolher o pedido para que o caso volte a ser analisado pelo TRF-3", afirmou a BRF em nota.</p> <p>O advogado tributarista Plínio Marafon, do escritório Marafon & Fragoso Consultores, explica que o STJ vem recusando que empresas de um mesmo grupo econômico sejam obrigadas a responder pela dívida uma das outras. "Se a holding toma dívidas e não paga, a empresa operativa não responde, a não ser nos casos previstos em lei", afirma. As exceções são quando a empresa é avalista da dívida ou sucessora tributária - hipótese que a BRF rejeita. A Fazenda Nacional não comentou o caso.</p> Fonte: Valor Econômicohttp://aveworld.com.br/noticias/post/brfoods-fazenda-redireciona-cobranca-milionariahttp://aveworld.com.br/noticias/post/brfoods-fazenda-redireciona-cobranca-milionaria28Thu, 23 Feb 2012 07:32:18 -0200Agropecuária quer servir de exemplo às Nações Unidas<p>O setor do agronegócio brasileiro prepara-se para ser protagonista na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), em junho. Para ganhar poder de influência no evento, entidades representativas têm-se antecipado nos debates, realizando encontros para discutir os exemplos nacionais de agropecuária sustentável.</p> <p>Nos últimos anos, o setor conseguiu tornar a produção rural mais produtiva e menos predatória. O aumento da produtividade nos pastos e nas lavouras do Brasil, com o uso de novas técnicas agrícolas, coloca o País em posição central nos movimentos pela sustentabilidade.</p> <p>Contudo, a agricultura empresarial ainda carrega a pecha de desmatadora, tendo sido responsável pela destruição de parte dos 55 milhões de hectares desmatados ilegalmente no Brasil ao longo das últimas décadas, segundo o especialista em sustentabilidade ambiental José Eli da Veiga. E o Código Florestal, em tramitação na Câmara dos Deputados, prevê anistia para os ruralistas que destruíram Áreas de Preservação Permanente (APPs).</p> <p>Por outro lado, em 20 anos, a agropecuária nacional também deixou de desmatar 57 milhões de hectares, em função do melhor aproveitamento da terra, de acordo com o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues. E, nesta década, o cultivo de grãos (arroz, feijão, milho, soja e trigo) deve aumentar 23%, com expansão de apenas 9,5% na área plantada, de acordo com um estudo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p> <p>"Os números são claríssimos", disse Rodrigues ao DCI. "O Brasil já fez um trabalho bem-feito para o desenvolvimento sustentável". Rodrigues espera que da Rio+20 resulte uma carta de intenções e compromissos assumidos pelos países, em nome de um modelo econômico equilibrado dos pontos de vista social e ambiental.</p> <p>"Que o Brasil coloque seus interesses e contribua para um projeto global de segurança alimentar e energética", frisou, dando foco aos principais temas do evento, com data de início marcada para o dia 20 de junho, no Rio.</p> <p>Para ampliar discussão, que deve envolver 68 ministros da Agricultura do mundo, representantes brasileiros irão apresentar à conferência modelos de atividade rural que deram certo por aqui. Será o caso da técnica de integração desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a lavoura-pecuária-floresta.</p> <p>Trata-se de um sistema produtivo adotado por agricultores de todo o País, para o melhor aproveitamento da terra, ao integrar as atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotacionado.</p> <p>A adoção da técnica é promovida pelo Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que também deve ser apresentado na Rio+20 como um exemplo de movimento sustentável. Criada em 2010, a iniciativa propõe uma série de adequações no campo, como o plantio sobre palha, o manejo correto de pastos, a fixação biológica de nitrogênio na fertilização e o uso de dejetos na fabricação de energia.</p> <p>"Temos exemplos vivos para mostrar", disse o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Corrêa Carvalho, que citou o etanol brasileiro como mais um desses exemplos. O ministro Mendes Ribeiro Filho, por sua vez, pretende defender, na conferência, a importância do cooperativismo para o desenvolvimento sustentável. "O governo está apenas selecionando que pontos acrescentar à pauta do evento", afirmou</p> <p>Mas as demonstrações de boa vontade do Brasil, no sentido de propor soluções para o desequilíbrio global, podem resultar em nada senão discursos. Segundo Carvalho, há uma preocupação geral de que isso de fato aconteça.</p> <p>"O meu temor é que a politização da discussão não leve a documentos essenciais", disse o presidente da Abag, explicando que "o resultado concreto seriam compromissos - metas, políticas, o que for. E a retomada de compromissos antigos". Segundo Carvalho, a discussão deve se assentar no tripé socioeconômico-ambiental, e não orbitar apenas em torno do assunto "verde".</p> <p>O êxito da conferência será avaliado em três dimensões: a da multilateralidade (se os países levarem adiante os compromissos assumidos), a dos efeitos sobre a sociedade civil mundial (se empresas, cientistas e população "comprarem" as ideias) e a dos desdobramentos no País.</p> <p>"O Brasil propôs que haja quatro dias de debates sem governos nem ONU [na Rio+20]. Haverá sociedade civil do mundo inteiro: só os maiores especialistas, a nata do mundo", afirmou o chefe do Departamento de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, André Correa do Lago.</p> Fonte: DCI - Diário do Comércio & Indústriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-quer-servir-de-exemplo-as-nacoes-unidashttp://aveworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-quer-servir-de-exemplo-as-nacoes-unidas28Wed, 22 Feb 2012 16:38:20 -0200Pará terá o maior porto de grãos do país<p>Projeto prevê movimentação de 18 milhões de toneladas por ano e mudança na distribuição da carga pelo Brasil</p> <p>São Paulo, SP, 22 de Fevereiro de 2012 - A Companhia Docas do Pará, que controla o porto de Belém, prepara projeto que dará ao Estado o maior terminal de grãos do Brasil, com capacidade de 18 milhões de toneladas por safra.</p> <p>Hoje, os portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR) -as principais portas de saída do agronegócio nacional- têm capacidade de 16,8 milhões e de 14,8 milhões de toneladas, respectivamente.</p> <p>O projeto do Terminal Portuário de Outeiro, que será instalado às margens da baía de Marajó, será enviado nos próximos dias para aprovação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários.</p> <p>Depois de uma grande negociação entre a Companhia Docas do Pará e instituições ligadas ao agronegócio exportador, como a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), a expectativa é que os quatro terminais para grãos tenham aprovação em tempo recorde na agência.</p> <p>A licitação dos projetos deve ocorrer entre o fim de 2012 e o início de 2013. A obra deve ficar pronta em 2014.</p> <p>O projeto é similar ao que foi desenhado para o porto de Itaqui (MA). Lá, depois de cinco anos de atraso, a administração conseguiu licitar os projetos para a construção de terminais por onde passarão 5 milhões de toneladas de grãos por ano.</p> <p>Ambos os terminais -de Outeiro e de Itaqui- devem alterar a estrutura de escoamento de grãos no Brasil.</p> <p>"O projeto tem o poder de mudar a lógica de escoamento do agronegócio brasileiro", diz Luiz Antônio Fayet, consultor da CNA.</p> <p>No Brasil, o custo da logística entre a lavoura e o porto é de US$ 85 por tonelada. Estados Unidos e Argentina têm custo de US$ 20/tonelada.</p> <p>Logística torta</p> <p>Sem saída pelo chamado Arco Norte (que compreende os rios Madeira e Amazonas), grandes produtores são obrigados a deslocar todos os anos milhões de toneladas de grãos para os portos do Sul.</p> <p>Em 2011, dos 68,2 milhões de toneladas de soja e milho produzidas nas áreas acima do paralelo 16 (linha que está a 16 graus ao sul do Equador), 45,5 milhões de toneladas foram trazidas para o Sudeste e o Sul. Parte foi exportada por Santos e Paranaguá.</p> <p>O terminal de Outeiro, cujo investimento na primeira fase deve chegar a R$ 660 milhões, pretende ser uma nova porta de exportação. Para chegar até lá, serão usados grandes comboios que vão descer o rio Tocantins.</p> <p>No futuro, o corredor poderá ser maior, com as eclusas nas barragens de Lajeado, perto a Palmas (TO), e Estreito, entre o Tocantins e o Maranhão. Isso permitirá que comboios de grãos com pelo menos 20 mil toneladas (o equivalente a 540 carretas) transportem grãos do Centro-Oeste para o Norte.</p> <p>Por ora, o projeto de Outeiros prevê o uso de rodovias e de hidrovias. Com o fim das obras da BR-163 no Pará (previstas para 2013), produtores de Mato Grosso poderão alcançar terminais fluviais no rio Tapajós, perto de Itaituba.</p> <p>De lá, barcaças levarão a produção para o terminal de Outeiro. Navios para 60 mil toneladas sairão dali para o mercado internacional.</p> Fonte: Folha de S. Paulohttp://aveworld.com.br/noticias/post/para-tera-o-maior-porto-de-graos-do-paishttp://aveworld.com.br/noticias/post/para-tera-o-maior-porto-de-graos-do-pais28Wed, 22 Feb 2012 16:37:10 -0200Barreiras ao frango: Parlamentares podem enviar missão à África do Sul<p>Um grupo de deputados e senadores deve visitar a embaixada da África do Sul logo após o Carnaval. Segundo o presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, a o grupo discutirá as tarifas antidumping aplicadas pelo país africano sobre as importações de carne de frango brasileiro. Além da visita, afirmou o dirigente, os parlamentares também cogitam enviar uma missão à África do Sul para discutir o tema com as autoridades locais.</p> <p>Segundo Turra, as articulações em torno da questão são conduzidas pelo deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) e pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS).</p> <p>Desde a última sexta-feira, a África do Sul aplica uma sobretaxa de 62,92% sobre as vendas brasileiras de frango inteiro e de 46,59% sobre os cortes desossados. A iniciativa do país africano significará uma perda anual de US$ 70 milhões aos exportadores brasileiros, conforme cálculos da própria Ubabef.</p> Fonte: Valor Econômicohttp://aveworld.com.br/noticias/post/barreiras-ao-frango-parlamentares-podem-enviar-missao-a-africa-do-sulhttp://aveworld.com.br/noticias/post/barreiras-ao-frango-parlamentares-podem-enviar-missao-a-africa-do-sul28Wed, 22 Feb 2012 16:31:10 -0200Presidente da CNA participa de conferência sobre mudanças climáticas<p>A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, participa amanhã (23/02), em Berlim, na Alemanha, de uma conferência internacional organizada pela Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria Alemã (BDI), para debater a capacidade dos países emergentes e industrializados de enfrentar o desafio das mudanças climáticas. A participação da senadora Kátia Abreu na conferência será às 12h30, no horário de Brasília. A palestra poderá ser acompanhada, em tempo real, no endereço eletrônico http://climate.fnst.org ou seguida pelo Facebook (http://www.facebook.com/events/346199895397662/).</p> <p>Especialistas em clima e em políticas exteriores e de desenvolvimento de partidos políticos, acadêmicos, imprensa e representantes da sociedade civil foram convidados para acompanhar a palestra da senadora Kátia Abreu, que falará no painel “Instrumentos da economia de mercado dos países emergentes e industrializados – exemplos práticos”. Além da senadora, outros especialistas no tema foram convidados para participar do painel.</p> <p>O objetivo da conferência é destacar o papel das economias emergentes diante do desafio de combater as mudanças climáticas e de reduzir as emissões de dióxido de carbono. De acordo com a Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade, os países emergentes têm demonstrado disposição de assumir suas responsabilidades neste cenário. Para a presidente da CNA, o setor agropecuário brasileiro está avançando no debate. “É preciso quebrar paradigmas e abandonar práticas que funcionaram por um tempo, mas que, agora, já não combinam com a nova realidade deste início do século XXI”, afirmou.</p> <p>Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade – fundada após a Segunda Guerra Mundial, a fundação tem entre seus objetivos fomentar o intercâmbio de idéias e experiências com o intuito de discutir soluções para diversos problemas da atualidade. A fundação tem escritórios em mais de 60 países, inclusive no Brasil.</p> Fonte: CNAhttp://aveworld.com.br/noticias/post/presidente-da-cna-participa-de-conferencia-sobre-mudancas-climaticashttp://aveworld.com.br/noticias/post/presidente-da-cna-participa-de-conferencia-sobre-mudancas-climaticas28Wed, 22 Feb 2012 10:55:50 -0200FAO vê safra recorde de milho no Brasil em 2012<p>A produção total de milho do Brasil, incluindo a primeira e a segunda safras, deverá crescer 7 por cento para um novo recorde de cerca de 60 milhões de toneladas em 2012, devido a um salto no plantio de inverno, afirmou ontem (21) a FAO, o órgão das Nações Unidas para agricultura e alimentação.</p> <p>As áreas plantadas para a segunda safra aumentarão de forma significativa, incluindo um crescimento de 29 por cento no Estado do Mato Grosso. Isso deve compensar uma esperada queda na produção da primeira e maior safra, após um longo período de seca em importantes produtores do Sul, apontou a FAO.</p> <p>No início do mês, o governo brasileiro estimou a safra total de milho em 60,83 milhões de toneladas.</p> <p>As exportações de milho do Brasil, terceiro exportador global, foram previstas em aproximadamente 10 milhões de toneladas na temporada 2011/12, contra 11,7 milhões de toneladas em 2010/11.</p> <p>A queda ocorre em meio à crescente demanda da indústria de carne do país pelo cereal, segundo a FAO.</p> <p>O tempo seco nas principais áreas produtoras do Sul também atingiu a safra de soja de 2012, que deve cair 8 por cento ante o ano passado, disse a FAO, sem dar detalhes.</p> Fonte: Reutershttp://aveworld.com.br/noticias/post/fao-ve-safra-recorde-de-milho-no-brasil-em-2012http://aveworld.com.br/noticias/post/fao-ve-safra-recorde-de-milho-no-brasil-em-201228Wed, 22 Feb 2012 10:53:08 -0200China quer melhorar cooperação agrícola com Estados Unidos<p>A agência de notícias oficial da China informou que o vice-presidente do país, Xi Jinping, destacou a necessidade de uma melhora na colaboração em Ciência e Tecnologia com os Estados Unidos. A ideia é promover acordos bilaterais e fortalecer a troca de informações.</p> <p>Durante o discurso no Alto Simpósio Agrícola China-Estados Unidos, Xi disse que a cooperação e as trocas entre essas nações no setor agrícola se mantêm boas há muitos anos.</p> <p>Os dois países têm grande produção agrícola e, portanto, interesses mútuos. Tanto que, de acordo com Xi, nos últimos dez anos, a média anual de crescimento do comércio agrícola entre China e Estados Unidos foi superior a 20% e os volumes negociados superaram US$ 30 bilhões em 2011.</p> Fonte: Notícias Agrícolashttp://aveworld.com.br/noticias/post/china-quer-melhorar-cooperacao-agricola-com-estados-unidoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/china-quer-melhorar-cooperacao-agricola-com-estados-unidos28Wed, 22 Feb 2012 10:20:37 -0200FTA entre Coreia do Sul e EUA recebe data pra vigorar envolto em polêmicas<p>Representantes políticos dos EUA e da Coreia do Sul anunciaram que o tratado de livre comércio (FTA) entre os países tem data para entrar em vigor: 15 de março. Os governos já haviam previsto para janeiro e fevereiro o início do vigor da lei. A partir dessa data, quase 80% das exportações de produtos industriais dos EUA à Coreia e quase dois terços dos produtos agrícolas ficarão isentos de impostos.</p> <p>Apesar da data definida, a Coreia do Sul está envolta em polêmicas devido ao FTA. Parte dos agricultores do país reclama dos benefícios oferecidos aos estadunidenses. Segundo eles, produção e mercado interno seriam prejudicados com o acordo. Além disso, a Coreia realizará duas eleições em 2012: parlamentar em abril e presidencial em dezembro. Segundo a mídia internacional, políticos da oposição estão criticando o acordo visando também angariar votos dos produtores que se opuseram ao FTA.</p> Da redação com fontes internacionaishttp://aveworld.com.br/noticias/post/fta-entre-coreia-do-sul-e-eua-recebe-data-pra-vigorar-envolto-em-polemicashttp://aveworld.com.br/noticias/post/fta-entre-coreia-do-sul-e-eua-recebe-data-pra-vigorar-envolto-em-polemicas28Wed, 22 Feb 2012 10:10:32 -0200EUA deve produzir 6,6 bilhões de dúzias de ovos para consumo em 2012<p>Dados do Departamento de Agricultura dos EUA (Usda) indicam que a produção de ovos para consumo deve passar de 6,6 bilhões de dúzias em 2012. O volume representa crescimento de 0,5% em comparação à produção em 2011.</p> <p>Segundo o Usda, a produção deve crescer em todos os trimestres, mas principalmente na primeira metade do ano. O crescimento deve vir do pequeno aumento no número de aves poedeiras.</p> Da redação com fontes internacionaishttp://aveworld.com.br/noticias/post/eua-deve-produzir-66-bilhoes-de-duzias-de-ovos-para-consumo-em-2012http://aveworld.com.br/noticias/post/eua-deve-produzir-66-bilhoes-de-duzias-de-ovos-para-consumo-em-201228Wed, 22 Feb 2012 09:59:20 -0200Troca exigiu investimento de R$ 99 mi da Brasil Foods<p>A Brasil Foods investiu R$ 99,4 milhões na mudança do peru para o frango nos Campos Gerais. Desse valor, R$ 70 milhões teriam sido aplicados na reestruturação das atividades em campo e R$ 29,4 milhões na estrutura industrial. A cifra não considera as despesas dos produtores.</p> <p>O gerente de agropecuária da unidade de Carambeí, Mauro Sergio Souza, informou por meio da assessoria de imprensa que a Brasil Foods assumiu 77% dos custos da migração. Ele garantiu que a empresa se responsabilizou pelos gastos com a troca dos equipamentos dos aviários, como comedouros e bebedouros; a reestruturação dos aviários onde foi preciso “baixar” o forro, já que a criação de frangos exige um teto mais baixo que a produção de perus, e ainda manteve uma ajuda de custo ao produtor na fase de adaptação. O auxílio mensal era de R$ 1,2 mil por barracão.</p> <p>A empresa informou ainda que os custos direcionados às cortinas e trocas de forro ficaram a cargo dos produtores. O produtor Lecy Mattos gastou R$ 42 mil com a troca das lonas. O gasto, segundo ele, será questionado judicialmente. “A empresa havia garantido que o produtor não teria nenhum custo”, sustenta.</p> <p>Equipamentos ociosos</p> <p>O processo de transição pode levar mais tempo que o esperado atualmente. Os equipamentos das granjas de perus também estão sob a responsabilidade dos produtores. Os comedouros e bebedouros ficam, há quase um ano, depositados em cantos das propriedades. “O material é da empresa e eu não posso vender ou me desfazer dele”, relata Mattos.</p> <p>Conforme o presidente da Associação de Avicultores, Carlos Andrade, apesar das reclamações dos produtores, situação é pontual. “Na maioria dos casos, os materiais já foram recolhidos pela empresa”, afirma.</p> Fonte: Gazeta do Povohttp://aveworld.com.br/noticias/post/troca-exigiu-investimento-de-r-99-mi-da-brasil-foodshttp://aveworld.com.br/noticias/post/troca-exigiu-investimento-de-r-99-mi-da-brasil-foods28Wed, 22 Feb 2012 09:58:08 -0200Peru perdeu espaço para o frango no Paraná<p>O peru perdeu espaço para o frango no Paraná. Enquanto a produção do frango aumentou 5,1% no ano passado, em relação a 2010, e a exportação cresceu 3,4%, no mesmo período, o número de perus abatidos caiu 21% e a exportação da carne despencou 56%.</p> <p>Os altos e baixos dos números se devem, em boa parte, à decisão da Brasil Foods de fechar o abatedouro de perus em sua unidade industrial de Carambeí, nos Campos Gerais, no final de 2009. Os avicultores tiveram que adaptar seus aviários e, desde o final de 2010, se dedicam à criação de frangos, que oferece menos riscos, apesar de dar mais trabalho.</p> <p>O Paraná fechou 2011 com o número recorde de 1,39 bilhão de cabeças de frangos abatidas e se mantém como líder nacional na produção da ave mais consumida do mundo. Embora esteja em segundo lugar no ranking nacional de exportação de frangos, atrás apenas de Santa Catarina, o estado registrou um aumento de 3,4% em 2011 em comparação com 2010 nos embarques ao exterior, que chegaram a 1,03 bilhão de quilos do produto. Santa Catarina, que é líder com 1,04 bilhão de quilos, teve um aumento de 2,2% em relação a 2010. Os números são do Minis­­tério da Agricultura.</p> <p>Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, o aumento da produção de frangos não se deve só às mudanças entre os produtores de perus, mas à demanda. “O mercado interno e internacional está muito favorável e a tendência é continuar crescendo”, aponta. O consumo brasileiro de carne de frango chegou a 47,4 quilos por habitante/ano em 2011.</p> <p>A Perdigão possuía uma unidade de abate de perus em Carambeí, nos Campos Gerais. Mas, após a fusão com a Sadia, em 2009, decidiu pela transferência da linha para Mineiros, em Goiás, por uma questão de logística. A desativação foi gradativa e começou em novembro de 2009.</p> <p>Os números do Paraná acompanharam a tendência nacional de queda da produção da ave, que foi de 25% desde 2008. O Paraná reduziu o abate de perus de 14,1 mil cabeças em 2009 para 12,1 mil em 2010 e 9,5 mil no ano passado. O volume exportado pelo estado caiu de 17,8 mil (2010) para 7,7 mil quilos (2011).</p> <p>“Estamos fazendo uma pesquisa sobre a demanda doméstica, que termina agora em março, e pretendemos iniciar uma campanha pelo consumo interno do peru. Ainda existe um conceito de que a carne está mais voltada para o Natal e para comemorações especiais. Mas, a carne de peru é mais firme e saudável”, defende o presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra.</p> <p>Substituição deve ser concluída em dois meses</p> <p>A mudança do peru para o frango na região de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, deve ser concluída dentro de dois meses – ou seja, dois anos após o início. A previsão, conforme alguns produtores, era de que o processo durasse seis meses. Conforme informações da Brasil Foods, 97% dos produtores já migraram e 3% finalizam o processo ainda em fevereiro para começar a trabalhar com perus em março.</p> <p>De acordo com o presidente da Associação dos Avicultores dos Cam­­pos Gerais, Carlos Sérgio Bonfim de Andrade, há 630 produtores na região integrados à Brasil Foods. “Entre 1% e 2% não mudaram para o frango porque desistiram ou porque tiveram problemas de licenciamento ambiental”, apontou.</p> <p>Entre os que já regularizaram os aviários está o avicultor Lecy Mattos, de Ponta Grossa. Ele tem três barracões de 3,6 mil metros quadrados, que comportam 58 mil frangos. A adaptação dos aviários demorou mais de um ano e, desde junho de 2011, ele repassa frangos para a Brasil Foods.</p> <p>O avicultor diz que não teve escolha diante da decisão da Brasil Foods, mas considera que a troca foi positiva. “Tecnicamente, o frango dá mais trabalho porque exige mais atenção, mas o risco de perda é menor. Eu ficava com os perus durante três meses na granja. Com o frango eu fico só um mês”, aponta.</p> <p>Outro diferencial no manejo é a temperatura do aviário. “O peru é maior, pesa uns 20 quilos, enquanto que o frango pesa em média 1,5 quilo. O peru exala calor, mas o frango precisa de calor. Então, mesmo no verão, eu tenho que ligar as fornalhas à noite para aquecer o aviário.”</p> Fonte: Gazeta do Povohttp://aveworld.com.br/noticias/post/peru-perdeu-espaco-para-o-frango-no-paranahttp://aveworld.com.br/noticias/post/peru-perdeu-espaco-para-o-frango-no-parana28Wed, 22 Feb 2012 09:51:10 -0200Veterinários brasileiros conhecem sistema de registro animal da Bélgica<p>A delegação brasileira que esteve na Europa na última semana, formada por veterinários da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio e da Delegacia Regional do Ministério da Agricultura, conheceu, em Bruxelas, o sistema de identificação e registro de animais adotado na Bélgica, considerado um dos melhores da União Européia.</p> <p>A delegação brasileira foi composta pela coordenadora técnica da Câmara Setorial da Carne, Anna Suñé, pelo coordenador do Serviço de Doenças Vesiculares da Secretaria da Agricultura, Fernando Groff e pelo representante do Departamento de Defesa Agropecuária, André Mendes Ribeiro Correa, bem como pelo representante do Ministério da Agricultura, Roberto Schroeder. O grupo contou com o apoio do adido agrícola da Embaixada Brasileira em Bruxelas, Odilson Silva.</p> <p>A missão, que também visitou a Irlanda, teve como objetivo promover a troca de experiências na área de sanidade animal. O grupo já participou de reuniões com membros do Serviço Veterinário Oficial da União Européia, em Dublin e em Bruxelas, segmento do Departamento Geral de Saúde e Consumidor (Sanco).</p> <p>Nos dois últimos dias (16 e 17), foram recebidos pela Agencia Federal de Segurança da Cadeia Alimentar do governo da Bélgica. No encontro foi apresentado o sistema de identificação e registro animal de bovinos adotado naquele País, considerado um dos melhores da União Européia, implantando a um custo de dois milhões de euros.</p> <p>O responsável pela integração de Business Information, Jean-Marie Robijns, mostrou como funciona a base de dados belga que faz interface do cadastro das propriedades rurais com a identificação animal, programas sanitários, dados relacionados ao abate, exames laboratoriais, movimentação animal e importação. O sistema prove a comunicação com o sistema TRACES da União Européia e, de forma simples e funcional, pode ser acessado e alimentado com as informações relevantes por todos os envolvidos da cadeia produtiva.</p> <p>Portanto, produtores, frigoríficos, veterinários privados, associações de raça e veterinários oficiais acessam em diferentes níveis de permissão e contribuem em rede para o abastecimento do sistema com capilaridade.</p> <p>"Todos os processos que envolvem programas sanitários e segurança alimentar, prioridade máxima na União Européia, partem de uma analise de risco e para isso é fundamental o acesso às informações e a capacidade de fluxo das mesmas conferidas por um sistema integrado" segundo Robijns.</p> <p>Para a melhoria do sistema informatizado de defesa sanitária do Rio Grande do Sul (SDA), bem como da harmonização do mesmo com a plataforma de gestão agropecuária (PGA), do Ministério da Agricultura, foi proposta uma cooperação técnica com a agência federal do governo belga. “Com a experiência e eficiência operacional desta base de dados, poderemos implementar, de forma ágil, a nossa integração com a base de dados única nacional”, destacou a Coordenadora da Câmara Setorial da Carne.</p> <p>"Por indicação do adido em Bruxelas, Odilson Silva, encaminharemos solicitação ao secretário de Relações Internacionais, Célio Porto, para formalizar este termo de cooperação com o governo belga", acrescentou Anna Suñé.</p> <p>No período da tarde de quinta-feira, a agenda foi cumprida no serviço de saúde animal da região de Flandres, que demonstrou na prática a inserção de informações de nascimentos de animais, movimentação e impressão de passaportes. O roteiro foi concluído com visita a uma propriedade rural de engorda e terminação, com um rebanho de 400 animais, onde foi realizada a inspeção de animais e demonstração prática, em tempo real, realizada pelo produtor, na comunicação de nascimentos ao sistema, movimentação de amimais e acompanhamento de informações relativas a animais abatidos no dia anterior.</p> Fonte: Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sulhttp://aveworld.com.br/noticias/post/veterinarios-brasileiros-conhecem-sistema-de-registro-animal-da-belgicahttp://aveworld.com.br/noticias/post/veterinarios-brasileiros-conhecem-sistema-de-registro-animal-da-belgica28Wed, 22 Feb 2012 08:41:09 -0200Pilgrim's lucra em dezembro apesar de prejuízo no trimestre<p>A companhia norte-americana de carnes Pilgrim's Pride, do grupo JBS, afirmou aos investidores, hoje, após divulgar seu balanço, que registrou lucro no mês de dezembro, embora tenha encerrado o trimestre com prejuízo. O mesmo ocorreu com a concorrente Tyson Foods, que voltou a lucrar em outubro.</p> <p>A Pilgrim's registrou prejuízo de US$ 85,4 milhões no quarto trimestre, ou US$ 0,40 por ação, ante lucro de US$ 41,8 milhões, ou US$ 0,20 por ação, no mesmo período do ano anterior. No ano cheio, a companhia teve prejuízo de quase US$ 500 milhões, ou US$ 2,32 por ação. As informações são da Dow Jones.</p> Fonte: Agência Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/pilgrims-lucra-em-dezembro-apesar-de-prejuizo-no-trimestrehttp://aveworld.com.br/noticias/post/pilgrims-lucra-em-dezembro-apesar-de-prejuizo-no-trimestre28Wed, 22 Feb 2012 08:32:08 -0200MP cobra acerto da Doux<p>A investigação do Ministério Público (MP) sobre a crise na Doux Frangosul terá novo round no próximo dia 23. O órgão deve cobrar a promessa feita pela multinacional no último encontro, em 30 de janeiro, de acelerar os pagamentos de 2 mil integrados de aves e suínos mantidos no Rio Grande do Sul. Na semana passada, o atraso, que ultrapassa cinco meses, foi tema de reunião na Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), com as presenças de representantes de produtores, MP e Procuradoria-Geral do Estado. Segundo o presidente da Fetag, Elton Weber, as entidades irão elaborar um estudo jurídico na tentativa de encontrar alternativas para cobrar a dívida da Doux, que será colocado à disposição dos integrados. Desde 2008, a empresa vem atrasando pagamentos a integrados, fato que levou o MP a investigar a situação da Doux no Rio Grande do Sul.</p> Fonte: Correio do Povohttp://aveworld.com.br/noticias/post/mp-cobra-acerto-da-douxhttp://aveworld.com.br/noticias/post/mp-cobra-acerto-da-doux28Wed, 22 Feb 2012 08:21:09 -0200Acervo com mais de 340 mil documentos conta história da sanidade agropecuária<p>Acervo com mais de 340 mil documentos que contam a história da sanidade agropecuária paulista e brasileira estão sendo resgatados pelo Instituto Biológico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (IB/Apta/SAA), por meio de seu Centro de Memória. Os documentos vão desde o final do século 19, permeiam todo o século 20 e chegam ao século 21. A sistematização e disponibilização do material conta com recursos do Tesouro do Estado e da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp).</p> <p>Parte do acervo é composta por 260 mil documentos textuais sobre pesquisas científicas, as campanhas sanitárias da área animal e fitossanitárias (área vegetal), a vida de cientistas e as conquistas adquiridas no dia-a-dia de suas pesquisas, anotações de trabalhos realizados no exterior que identificaram o Brasil como um dos marcos na pesquisa científica no século 20.</p> <p>Inclui, ainda, originais de documentos particulares que falam sobre a fé e confiança que tinham em um Brasil melhor, correspondências entre pesquisadores e escritores, como, por exemplo, o caso de Arthur Neiva com Monteiro Lobato, e uma grande quantidade de correspondências entre pesquisadores do IB e do mundo inteiro e artigos em jornais com toda a pesquisa que era realizada no Brasil e no exterior.</p> <p>O acerto reúne, também, 60 mil fotografias e 17 mil negativos em vidro e mil negativos estereoscópicos, de cientistas, laboratórios, plantas e animais com as mais diversas patologias, insetos, experimentos, além de três mil documentos sobre a arquitetura do prédio principal.</p> <p>Os conteúdos dos documentos estão presentes em algumas publicações, relata a pesquisadora Márcia Rebouças.</p> <p>– Mas o acervo inédito de documentos textuais e iconográficos guardados no Centro é inigualável, pois são provas e testemunhos únicos do desenvolvimento científico e cultural de um período da história da Ciência, em São Paulo e no Brasil, afirma a pesquisadora.</p> <p>Entre os documentos, Márcia cita como exemplo o que faz referência ao "Gafanhoto", nome dado por Henrique da Rocha Lima, então diretor da instituição, ao avião utilizado no combate às nuvens de gafanhotos.</p> <p>– Era um Paulistinha, oferecido ao IB pela Campanha Nacional de Aviação. A aviadora Ada Rogatto, funcionária do instituto, grande conhecedora dos segredos da aviação e do paraquedismo, foi indicada para manejar a revolucionária “máquina agrícola", relata.</p> <p>Vários outros documentos são apresentados, trazendo informações sobre os estudos pioneiros das saúvas, com destaque para o primeiro formigueiro artificial construído em laboratório por Mario Autuori, além de documentos sobre a leprose da laranja, pragas do algodão, carvão da cana, tristeza dos citros, cancro cítrico, aftosa, doença de aujeszky, brucelose, doença das aves, tuberculose e raiva, entre outros.</p> <p>Aberto a consultas, o IB atende estudantes universitários e profissionais de diferentes áreas de ciências agrárias, história, jornalismo, medicina e arquitetura (o instituto é um prédio art decó e possui importantes documentos nessa área do conhecimento). O acervo é também consultado por alunos de pós-graduação para a realização de teses, além de historiadores e pesquisadores de várias partes do Brasil.</p> <p>– Isso demonstra o quanto é importante para o conhecimento científico o restauro e a disponibilização de documentos institucionais para a cultura de nosso País, conclui Márcia.</p> Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulohttp://aveworld.com.br/noticias/post/acervo-com-mais-de-340-mil-documentos-conta-historia-da-sanidade-agropecuariahttp://aveworld.com.br/noticias/post/acervo-com-mais-de-340-mil-documentos-conta-historia-da-sanidade-agropecuaria28Wed, 22 Feb 2012 08:19:25 -0200Ovos orgânicos coloridos conquistam consumidores<p>O consumidor brasileiro está cada vez mais interessado em alimentos orgânicos. Prova disso é que, para alguns produtos, a demanda é maior que a oferta. Em São Paulo, isso acontece com a produção de um tipo de ovo diferente</p> <p>Não é apenas a qualidade que chama a atenção, mas principalmente as cores. O consumidor pode escolher entre verde, vermelho, e até rosa.</p> <p>O que determina a cor do ovo é a raça da galinha. As que põem ovos coloridos são as chamadas ameraucanas e araucanas, originárias do Chile. Segundo a Embrapa, a cor não interfere no sabor e nem no valor nutricional do alimento.</p> <p>– Esse é um detalhe visual que ajuda nos sentidos. Dizem que a gente pega a comida com cinco sentidos, então o visual também ajuda – diz o aposentado Jorge Marino.</p> <p>Foi o sabor que conquistou Marino. Toda a semana ela vai à feira que funciona há mais de 20 anos dentro do Parque da Água Branca, em São Paulo. Só de ovos, ele chega a levar até três caixas às vezes.</p> <p>– O gosto é diferente e a gente percebe que não há nenhum problema na digestão. Então, para mim isso é um motivo pra cuidar da saúde mesmo – explica o aposentado.</p> <p>A feira que só vende produtos orgânicos pertence à Associação de Agricultura Orgânica, uma ONG que defende este sistema de produção. A entidade, criada em 1989, tem atualmente mais de dois mil associados. Boa parte deles é composta por produtores rurais.</p> <p>A feira tem um público seleto, com consumidores exigentes e bem informados. A dona de casa Norma Gonçalves sabe que paga um pouco mais por estes produtos, mas diz que não abre mão por causa da qualidade.</p> <p>Na banca da produtora rural Inês Scarpa Carneiro, além dos ovos orgânicos e coloridos, também há frutas, verduras e até feijão de corda. Tudo é fresquinho, mas quem não comprar logo cedo, pode ficar sem. Os ovos são vendidos apenas por encomenda.</p> <p>As galinhas dos ovos coloridos são criadas no próprio sítio de Inês. São mais de 300 animais, que ficam em um espaço de cinco mil metros quadrados e se alimentam de verduras e frutas produzidas na propriedade.</p> <p>O sistema de produção é rústico. Inês tira de 40 até 50 dúzias por semana. Ela explica que terá que produzir galinhas da raça que bota ovos coloridos, já que não encontra quem venda animais desse tipo no mercado.</p> <p>A produtora garante que o sistema de criação interfere no valor nutricional do alimento, assim como no preço. Cada caixa com dez ovos custa R$ 10. Isto representa pelo menos três vezes mais que o ovo comum.</p> <p>– Ele é mais caro porque é mais saboroso. As galinhas são livres pra botar, botam mais ainda quando tem sol. A gente não pode botar nenhum tipo de hormônio. E ele fica mais saboroso por isso, porque elas são livres – diz.</p> <p>Já faz 25 anos que Inês Scarpa Carneiro e o marido compraram o sitio e há 11 ela produz orgânicos. Ela se mantém com a produção e está construindo um entreposto, por exigência da Vigilância Sanitária, para industrializar a produção. Para isso, vai precisar aumentar o plantel. O objetivo é chegar a mil galinhas no pátio.</p> Fonte: Canal Ruralhttp://aveworld.com.br/noticias/post/ovos-organicos-coloridos-conquistam-consumidoreshttp://aveworld.com.br/noticias/post/ovos-organicos-coloridos-conquistam-consumidores28Wed, 22 Feb 2012 08:00:27 -0200Seca eleva para 36% a projeção de quebra na safra no Rio Grande do Sul<p>A seca elevou a quebra de safra nas lavouras do Rio Grande do Sul ao patamar de 36%. O índice foi divulgado nesta sexta, dia 17, pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). No levantamento anterior, divulgado em 3 de fevereiro, a perda era estimada em 30%. Com tamanha quebra, a produção gaúcha agora é estimada em 16,144 milhões de toneladas. A previsão inicial de colheita no Rio Grande do Sul era de 25,078 milhões de toneladas.</p> <p>Conforme estudos elaborados pela Assessoria Econômica da Farsul, na lavoura de arroz a quebra já é de 14% e no fumo chega a 19%. Na soja a quebra alcança 40% e no milho, a perda vai a 55%. A federação indica, ainda, que no Valor Bruto de Produção (VBP) Agrícola, as perdas financeiras em decorrência da seca somam R$ 5,668 bilhões; e que o impacto no Valor Bruto da Produção somando agropecuária, indústria e serviços atinge R$ 22,395 bilhões.</p> <p>Segundo o economista Antônio da Luz, da Farsul, a chuva registrada no final de janeiro e início de fevereiro no Estado conseguiu estancar as perdas por três semanas, mas alerta que agora a situação voltou a se agravar. Segundo ele, se a previsão de chuva na próxima semana se confirmar em boa intensidade, as perdas podem estabilizar, mas não serão revertidas.</p> Fonte: Agência Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/seca-eleva-para-36-a-projecao-de-quebra-na-safra-no-rio-grande-do-sulhttp://aveworld.com.br/noticias/post/seca-eleva-para-36-a-projecao-de-quebra-na-safra-no-rio-grande-do-sul28Fri, 17 Feb 2012 16:00:53 -0200Deficiências logísticas matam a competitividade da avicultura catarinense<p>Santa Catarina é o segundo maior Estado produtor de aves do Brasil e o maior exportador. A receita com as vendas externas supera 1 bilhão de dólares. O abate anual é de aproximadamente 700 milhões de aves. O Estado reúne 13.000 avicultores, dos quais 10 mil são integrados às agroindústrias. O setor emprega diretamente 40 mil pessoas e, indiretamente, mais 80 mil.</p> <p>As deficiências logísticas estão afetando o desempenho dessa cadeia produtiva, assegura o presidente da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), Clever Pirola Ávila.</p> <p>O porto de Itajaí concentra boa parte das exportações de aves congeladas, mas pode atingir seu limite e obstaculizar a expansão das vendas externas. Qual seria a solução?</p> <p>Clever Pirola Ávila – Certamente existem alternativas em outros portos brasileiros, entretanto com custos logísticos adicionais importantes. A Associação Catarinense de Avicultura já preparou seu Plano Estratégico 2050 e manteve debates com o Governo do Estado de SC, inclusive com o Governador João Raimundo Colombo. Esse planejamento inclui ações público-privadas de infraestrutura para portos, rodovias e ferrovias.</p> <p>O principal porto marítimo de SC não tem conexão ferroviária. A indústria avícola catarinense faria investimento em infraestrutura de transporte?</p> <p>Ávila – Em nosso planejamento estratégico as ferrovias são um fator fundamental de competitividade e certamente ajudariam a manter no Estado de Santa Catarina as maiores agroindústrias brasileiras. A busca de multimodais de transporte flexibiliza a logística com novas alternativas, além da redução de custos.</p> <p>Temos basicamente duas linhas vitais de concepção das ferrovias: a primeira para a importação de grãos (soja, farelo de soja e milho) de outros Estados e países vizinhos; a segunda, para escoamento da produção de proteína animal catarinense para os mercados de consumo e portos.</p> <p>O formato de construção das ferrovias deve ser, ao nosso ver, através de parcerias público-privadas e acordadas num ambiente político suprapartidario e de longo prazo para termos a certeza da execução dos projetos, com início, meio e fim concretizados.</p> <p>De que forma a avicultura barriga-verde administra o abastecimento de milho e os custos de produção nas granjas?</p> <p>Ávila – Pagando o preço de mercado acrescidos de um custo logístico de importação do insumo do Paraná, centro-oeste e de outros países, como o Paraguai. Estamos importando aproximadamente 3.000.000 de toneladas anuais, que impactam diretamente em nossos custos. Somente o custo logístico está no patamar de dez reais a saca, o que deixa Santa Catarina menos competitivo. Além disso, o Estado não possui os mesmos benefícios do Governo Federal que são dados as outros Estados do nordeste que não produzem milho. Precisamos acordar para esta realidade e tomar providências em conjunto agroindústrias e governo, pois neste momento só temos uma certeza – a migração da agroindústria para Estados produtores de grãos.</p> <p>A indústria avícola catarinense planeja implementar recursos de energias renováveis ??nas explorações agrícolas e fábricas?</p> <p>Ávila – A produção da bioenergia já é uma realidade brasileira. Temos vários projetos de biogás implantados na cadeia produtiva, o que aumentará de forma exponencial nos próximos anos. Tecnologias Européia, Norte Americana e da Nova Zelândia estão acessíveis para este papel. O conceito dos projetos, além de produzir energia elétrica, ajuda a reduzir emissões de gás do efeito estufa.</p> Fonte: Agrolink com informações de assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/deficiencias-logisticas-matam-a-competitividade-da-avicultura-catarinensehttp://aveworld.com.br/noticias/post/deficiencias-logisticas-matam-a-competitividade-da-avicultura-catarinense28Fri, 17 Feb 2012 16:00:00 -0200Novo presidente da Conab é nomeado por Dilma<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) tem novo presidente. É Rubens Rodrigues dos Santos, nomeado pela presidente Dilma Rousseff para o cargo que, até então, estava sendo ocupado por Evangevaldo Moreira dos Santos. A nomeação foi publicada nesta sexta, dia 17, no Diário Oficial da União.</p> <p>A exoneração de Evangevaldo foi, segundo o Diário Oficial, feita “a pedido” dele e, de acordo com a Conab, a posse do novo presidente deve acontecer até o dia 24.</p> <p>Evangevaldo dos Santos foi indicado ao cargo pelo líder do PTB na Câmara e pré-candidato a prefeito de Goiânia, Jovair Arantes. Ele aguardava há uma semana a indicação do substituto para deixar a Conab. Na carta de demissão encaminhada à presidenta Dilma Rousseff no dia 10, ele disse que “tem sido usado como instrumento de adversários políticos que vislumbram as eleições municipais (do Goiânia), às quais o deputado (Jovair Arantes) concorrerá este ano”.</p> Fonte: Agência Brasilhttp://aveworld.com.br/noticias/post/novo-presidente-da-conab-e-nomeado-por-dilmahttp://aveworld.com.br/noticias/post/novo-presidente-da-conab-e-nomeado-por-dilma28Fri, 17 Feb 2012 14:08:09 -0200Ubabef leva 12 agroindústrias para a Gulfood Dubai 2012<p>Agroindústrias exportadoras participantes do projeto de promoção comercial a partir da parceria entre a União Brasileira de Avicultura (Ubabef) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) estarão, entre os dias 19 e 22 de fevereiro, na Gulfood Dubai, nos Emirados Árabes.</p> <p>Em sua quinta participação no evento, a Ubabef contará com uma área de 144 m², onde estarão presentes doze agroindústrias: Copagril, Minuano, Superfrango, Tramonto, Frinal, Pif Paf, Globoaves, Unifrango, Frangos Pioneiro, Diplomata, Frangos Canção e Jaguafrangos.</p> <p>Durante o evento, a Ubabef distribuirá materiais promocionais e informativos sobre a avicultura nacional, com dados sobre a produção e sobre os diferenciais que fazem do Brasil líder mundial em exportações, como a sustentabilidade da produção, os elevados níveis de sanidade e a qualidade de aves e ovos, além de um folder desenvolvido exclusivamente para o mercado árabe, mostrando o respeito e atendimento às exigências do abate Halal. Ao todo, são esperadas mais de 3 mil visitas ao estande da entidade.</p> <p>“A Gulfood Dubai é o grande evento de alimentos do Oriente Médio, principal mercado externo para a avicultura do Brasil, para onde seguiram 34% dos embarques de carne de frangos em janeiro de 2012. Além de renovar os laços com os clientes daquela região, a participação da Ubabef e das agroindústrias do setor vai permitir também a prospecção de novos clientes, fomentando o aumento da pauta exportadora da cadeia produtiva”, explica o presidente executivo da Ubabef, Francisco Turra.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/ubabef-leva-12-agroindustrias-para-a-gulfood-dubai-2012http://aveworld.com.br/noticias/post/ubabef-leva-12-agroindustrias-para-a-gulfood-dubai-201228Fri, 17 Feb 2012 12:21:27 -0200Vansil amplia unidade e lança novos produtos<p>A expansão das vendas, nos mercados Sul e Sudeste e o avanço para as regiões Centro-oeste e Nordeste do país, levaram a Vansil Produtos Veterinários a investir na ampliação da unidade de produção de Descalvado, no interior de São Paulo. As obras para construção de uma nova central de rotulagem e também para estocagem de produtos foram finalizadas no final do ano passado.</p> <p>Com o complexo ampliado e equipado com o que há de mais moderno em produção de suplementos e medicamentos veterinários no Brasil, a empresa tem nas linhas pecuária, pet e pássaros, aves e suínos, aquicultura e nutrição animal, um portfólio completo para este mercado.</p> <p>Em 2012, a empresa planeja expandir seu mix de produtos e já inicia o ano com quatro novos itens, dois da linha pet (Cat Malt e Prob-sil) e dois da linha pecuária (V-Fertil e Silcort).</p> <p>Suplemento alimentar para gatos, o Cat Malt foi desenvolvido para controlar e prevenir a formação de tricobenzoares (bolas de pêlo) nos felinos.</p> <p>Viagens, vacinações, trocas de ração, desmama e cirurgias são algumas situações que provocam desordens gastrointestinais em cães e gatos, devido ao estresse provocado. Suplemento mineral e vitamínico, o Prob-sil foi criado para tratar o problema por meio da reposição da flora bacteriana.</p> <p>O V-Fertil é um suplemento mineral, vitamínico e aminoácido, elaborado com a finalidade de suprir as carências nutricionais dos bovinos. Sua fórmula auxilia no metabolismo hormonal que por sua vez otimiza a performance reprodutiva dos animais.</p> <p>Anti-inflamatório injetável, o Silcort traz de volta ao mercado um importante componente: a isoflupredona. Esta molécula é consagrada pelos veterinários por sua eficácia em oferecer excelente resultado terapêutico. Indicado para suínos, bovinos, caprinos e equinos, o Silcort alivia a dor dos animais em situações de traumas, contusões e inflamações osteoarticulares e neurotendíneas (fraturas, torsões, luxações, artrites, bursites, tendinites e neurites) e também nas situações de cetose bovina e demais toxemias.</p> <p>O diretor executivo da Vansil, Ricardo Oliveira, revela que o objetivo da empresa é atender às exigências do consumidor. “Atenta ao atual cenário do mercado, a Vansil preocupa-se em atualizar-se tecnologicamente e a pensar em novos produtos a fim de atender bem os clientes e também conquistar um novo público”, elenca.</p> <p>As novidades do laboratório estarão disponíveis para comercialização em breve, nas melhores casas de produtos veterinários e pet shops do país.</p> Fonte: Assessoriahttp://aveworld.com.br/noticias/post/vansil-amplia-unidade-e-lanca-novos-produtoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/vansil-amplia-unidade-e-lanca-novos-produtos28Fri, 17 Feb 2012 10:29:46 -0200IPCA-15 desacelera em fevereiro, puxado por alimentos<p>Prévia da inflação oficial tem desaceleração em fevereiro. Queda nos preços de diversos alimentos compensou o aumento nas mensalidades típico do início de ano.</p> <p>O Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) teve alta de 0,53% em fevereiro, uma desaceleração na comparação com o mês anterior, quando a taxa foi de 0,65%.</p> <p>O indicador, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é uma prévia do IPCA, índice oficial de inflação. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 tem alta de 5,98%, face a 6,44% no mês passado.</p> <p>Neste mês, o que mais pressionou a inflação foi o reajuste nas mensalidade dos cursos regulares, típico no início do ano. As mensalidades subiram, em média, 6,95% e causaram impacto de 0,19 ponto percentual no índice.</p> <p>Já as mensalidades de cursos diversos, como idiomas e informática, a alta foi de 7,1%. Com isso, o grupo Educação acelerou de 0,39% em janeiro para 5,66% em fevereiro.</p> <p>No entanto, o grupo Alimentação e Bebidas mostrou desaceleração acentuada neste mês. Os alimentos passaram de uma alta de 1,25% em janeiro para 0,29% neste mês, com influência das carnes (de 2,03% para -2,10%), tomate (de 11,22% para -3,82%), pão francês (de 0,76% para -0,41%) e açúcar refinado (de -1,58% para -2,72%).</p> <p>Além dos alimentos, os grupos Habitação (de 0,54% em janeiro para 0,48% em fevereiro), Vestuário (de 0,19% para -0,33%),Transporte (de 0,79% para -0,05%) e Comunicação (de 0,37% para 0,03%) também apresentaram redução nas taxas de um mês para o outro.</p> <p>Por sua vez, o grupo despesas pessoais, pressionado por diversos serviços, teve alta de 1,07% em fevereiro, ante 0,55% no mês passado.</p> Fonte: Brasil Econômicohttp://aveworld.com.br/noticias/post/ipca-15-desacelera-em-fevereiro-puxado-por-alimentoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/ipca-15-desacelera-em-fevereiro-puxado-por-alimentos28Fri, 17 Feb 2012 10:21:53 -0200FRANGO/CEPEA: Preço do vivo reage depois de forte queda<p>Após a perda dos ganhos de um semestre em pouco mais de um mês (janeiro e começo de fevereiro), o mercado de frango vivo voltou a se recuperar em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Quanto à carne no atacado, os preços registraram comportamentos distintos entre as regiões. Em algumas, houve reação, mas, em outras, permaneceram as quedas. No front externo, uma das preocupações do setor está relacionada à aplicação de taxas provisórias de dumping pela África do Sul sobre a carne de frango brasileira.</p> <p>A Ubabef estima prejuízo direto de até US$ 70 milhões anuais. Segundo dados publicados pelo Diário Oficial sul-africano, citados no site da Ubabef, as medidas atingem as exportações de frango inteiro e de cortes desossados, com sobretaxas de 62,93% e 46,59%, respectivamente, e se somam às tarifas normais de importação – 5% para o inteiro e 27% para os cortes desossados. Segundo as informações da entidade, a medida já está em vigor e afetam também os contêineres já embarcados para aquele país.</p> <p>A África do Sul é o quinto maior comprador de carne de frango brasileira in natura, segundo dados da Secex, representando 5,7% dos embarques – em 2011, os africanos importaram 201,4 mil toneladas da carne nacional, aumento de 2,7% sobre o volume comprado em 2010. Agora, em janeiro de 2012, o volume embarcado para a África do Sul foi 10,1% menor que em dezembro/11 e 2,8% maior que o de janeiro de 2011.</p> Fonte: Cepea/Esalqhttp://aveworld.com.br/noticias/post/frangocepea-preco-do-vivo-reage-depois-de-forte-quedahttp://aveworld.com.br/noticias/post/frangocepea-preco-do-vivo-reage-depois-de-forte-queda28Fri, 17 Feb 2012 10:07:54 -0200China: Estiagem atinge 1,2 milhão de hectares de terras agrícolas<p>A agência chinesa de notícias Xinhua informou nesta quinta-feira que 1,2 milhão de hectares de terras agrícolas estão sendo afetados pela seca. As províncias nas regiões oeste, sul e norte da China estão sendo prejudicadas por essa estiagem e isso poderia ser refletido no cultivo do trigo. Até o momento, as áreas mais afetadas são Hebei, Gansu e Yunnan.</p> <p>Como disseram analistas, por conta desse clima seco os preços do trigo podem vir a aumentar, uma vez que o plantio do grão de primavera está em andamento. Em contrapartida, a safra de primavera está em melhores condições do que no ano passado.</p> <p>O analista de um instituto de meteorologia Hai Yang afirmou que "a umidade do solo é maior na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, quando as condições de seca foram mais severas". Porém, um severo e prolongado inverno poderia comprometer a colheita do trigo na metade do ano.</p> Fonte: Notícias Agrícolashttp://aveworld.com.br/noticias/post/china-estiagem-atinge-12-milhao-de-hectares-de-terras-agricolashttp://aveworld.com.br/noticias/post/china-estiagem-atinge-12-milhao-de-hectares-de-terras-agricolas28Fri, 17 Feb 2012 10:02:43 -0200Agro pede passagem na Rio+20<p>O agro brasileiro avaliou de forma crítica o Rascunho Zero do documento base da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. As principais sugestões são que o governo brasileiro proponha ações concretas e ressalte os avanços do agro desde a Rio92, como forma de se proteger de eventuais ataques ambientais de países desenvolvidos.</p> <p>Apenas dois dos mais de 100 parágrafos do Rascunho Zero estão relacionados ao agro, critica o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Erikson Chandoha. “O documento deixa a desejar em relação ao que o Brasil esperava, tanto que foi muito criticado na reunião do comitê de ministros para a Rio+20”, conta o secretário.</p> <p>Dos principais pontos destacados pelo ministério como prioridade, apenas uma foi incluída no documento: o aperfeiçoamento de mecanismos de comércio justo e sem protecionismo. O tema é relevante diante do cenário de estresse global, na opinião do novo presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Luiz Carlos Corrêa de Carvalho. “A conferência não pode resultar em novas barreiras ao comércio”, alerta ele.</p> <p>Também estavam na pauta do ministério da Agricultura garantir a liberdade dos países escolherem seus mecanismos de desenvolvimento sustentável; o cumprimento dos compromissos internacionais de financiamento do desenvolvimento nos países mais pobres; o fortalecimento do associativismo e do cooperativismo; e a universalização da segurança alimentar, com acesso a recursos genéticos.</p> <p>Este último tema encontra eco em uma proposta que o ex-ministro da agricultura Roberto Rodrigues fez ao embaixador André Corrêa do Lago na semana passada, no fórum “Despertando para a Rio+20”, organizado pela Abag. A Lago, que é o diretor de meio ambiente do Itamaraty e o principal negociador diplomático brasileiro sobre o tema, Rodrigues defendeu que o governo dirija a conferência para uma proposta capaz de mobilizar todo o mundo: a busca pela segurança alimentar e energética com sustentabilidade. “Ninguém pode ser contra isso”, justificou Rodrigues.</p> <p>Em um depoimento em vídeo exibido durante o fórum da semana passada, o ex-ministro do Meio Ambiente e professor da Universidade de São Paulo (USP) José Goldemberg conclamou as entidades de representação da iniciativa privada a influenciar o governo na direção de posições mais práticas para a Rio+20. “Ainda se pode fazer o governo colocar medidas factíveis na agenda, naquilo em que o Brasil é forte”, defendeu Goldemberg.</p> <p>Conquistas do agro</p> <p>Entre as áreas “em que o Brasil é forte”, Goldemberg destacou o potencial da produção de etanol e eletricidade a partir da cana-de-açúcar. “A cana deveria ter, pelo menos, tanta prioridade quanto o pré-sal, que está atraindo muita atenção do governo”, opina o especialista em energia.</p> <p>Além do etanol e da bioeletricidade, outros diferenciais de sustentabilidade do agro brasileiro devem ser ressaltados pelo governo, defende Roberto Rodrigues. “Não sejamos freiras no prostíbulo; vem uma paulada por aí e precisamos ter pedras na mão, bem embrulhadinhas”, diz o ex-ministro.</p> <p>Um dos exemplos que ele cita é o Código Florestal, que ele defende que se torne uma bandeira internacional brasileira. O projeto de novo Código em tramitação final na Câmara ganhou um artigo que permite que o Brasil proíba a importação de itens agropecuários produzidos em países que não respeitam o mesmo padrão de proteção ambiental.</p> <p>Diante dos riscos que as exigências ambientais dos países importadores se transformem em barreiras comerciais, Carvalho, da Abag, ressalta ainda mais a importância de o Brasil mostrar sua evolução na direção de uma agropecuária sustentável. Seriam as pedras que o País deve ter na mão para responder às “pauladas” a que Rodrigues se referiu.</p> <p>Chandoha, do Ministério da Agricultura, vê grande potencial no Plano Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que oferece crédito mais barato para os produtores que diminuírem as emissões de gases do efeito estufa de suas atividades. “O Plano ABC é um dos maiores avanços dos últimos 30 anos em programas de crédito”, avalia.</p> <p>Uma das principais linhas do Plano ABC é a concessão de crédito para a recuperação de pastos degradados, de baixa produtividade. Quando recuperados e saudáveis, as pastagens suportam um maior número de animais e captam carbono da atmosfera. “A meta é recuperar 15 milhões de hectares de pastos degradados até 2020, o que representa uma área maior que a Itália e maior do que a área de lavoura da Argentina”, compara Chandoha.</p> Fonte: Sou Agrohttp://aveworld.com.br/noticias/post/agro-pede-passagem-na-rio20http://aveworld.com.br/noticias/post/agro-pede-passagem-na-rio2028Fri, 17 Feb 2012 09:42:30 -0200Deflação volta ao setor agropecuário atacadista<p>A deflação voltou ao setor agropecuário atacadista, que mostrou queda de 0,26% na segunda prévia do IGP-M de fevereiro, após avançar 1,30% na segunda prévia de janeiro. Já os preços industriais continuaram a cair no atacado, embora de forma menos intensa: de -0,52% para -0,33%, da segunda prévia de janeiro para a segunda prévia de fevereiro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p> <p>No âmbito do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais caíram 0,28% na segunda prévia deste mês, após avançar 0,06% na segunda prévia de janeiro.</p> <p>Já os preços dos bens intermediários apresentaram aumento de 0,18% em fevereiro, contra elevação de 0,19% na segunda prévia de janeiro. Por fim, os preços das matérias-primas brutas mostraram deflação de 1% na segunda prévia deste mês, em comparação com a queda de 0,45% na segunda prévia de janeiro.</p> Fonte: Agência Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/deflacao-volta-ao-setor-agropecuario-atacadistahttp://aveworld.com.br/noticias/post/deflacao-volta-ao-setor-agropecuario-atacadista28Fri, 17 Feb 2012 09:26:00 -0200Ministro da Agricultura diz que cortes no orçamento não preocupam<p>O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, afirmou, nesta quinta, dia 16, que o corte de R$ 1,958 bilhão no orçamento da pasta para 2012 não é uma preocupação. A redução foi anunciada nesta quarta, dia 15, pelo governo federal, que abaterá o total de R$ 55 bilhões do Orçamento Geral da União. Mendes concedeu entrevista coletiva em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, onde participa da abertura oficial da Festa Nacional da Uva 2012.</p> <p>– O corte não preocupa, porque é uma providência que o governo toma como prevenção. Não acredito que faltará dinheiro. Isso é apenas um contingenciamento. No que diz respeito a essa questão, está tudo muito bem encaminhado – aponta.</p> <p>O ministro disse ainda que a produção brasileira de alimentos precisa ser protegida na concorrência com produtos importados. Segundo ele, em breve deverá ser publicado ato normativo sobre a rotulagem de vinhos internacionais. E acrescenta que deve viajar em breve à Argentina para negociar ações com o governo vizinho.</p> <p>– Precisamos cessar o mal estar que vivemos entre Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai. Precisamos conviver bem e vamos fazer isso. Quando se fala em produtos brasileiros que precisamos proteger, são diversas áreas. Tem o leite, a soja. E vamos ver se podemos avançar também na questão do vinho – salienta.</p> <p>Recursos</p> <p>Bem-humorado, Mendes foi o palestrante de reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul alusiva à Festa da Uva. Durante seu discurso para empresários e lideranças de diferentes setores da região, falou sobre as conquistas e desafios do agronegócio brasileiro. Buscando acalmar a preocupação de produtores atingidos por intempéries e que dependem da ajuda de recursos do governo para amenizar as perdas e prevenir futuros prejuízos, ele garantiu que tem a palavra da presidente Dilma Rousseff de que não faltarão recursos para a agricultura.</p> <p>– Chegou a hora do produtor brasileiro. Queremos mostrar como é difícil para o produtor agregar valor e vender sem prejuízo – ressaltou.</p> <p>Os dois principais desafios da pasta, segundo Mendes Ribeiro Filho, é fazer com que a produção primária brasileira se torne ainda mais sustentável e garantir alimentos para uma população cada vez maior e que consome mais.</p> <p>– Precisamos gerar mais renda para quem produz e dar condições para o escoamento – pontuou.</p> <p>Permissão de uso</p> <p>O ministro da Agricultura anunciou, também em Caxias do Sul, a permissão de uso de um espaço de 73 mil metros quadrados de área das Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa), localizado nos municípios onde são comercializadas 34 mil toneladas de hortifrutigranjeiros. A operação se dará por regime de comodato entre a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o consórcio com 11 municípios na Serra Gaúcha.</p> <p>– Pensamos em fazer uma forma de agricultura regionalizada, atendendo às necessidades do produtor na sua região. O Ministério quer estar presente no combate à fome e à miséria, apoiando o pequeno produtor – destaca. A permissão de uso da área da Ceasa será por um período de cinco anos, renováveis por mais cinco.</p> Fonte: RuralBR, com informações do Canal Rural, Zero Hora e Ministério da Agriculturahttp://aveworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-diz-que-cortes-no-orcamento-nao-preocupamhttp://aveworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-diz-que-cortes-no-orcamento-nao-preocupam