AveWorldhttp://aveworld.com.br/AveWorldAveWorld28Fri, 03 Feb 2012 15:46:34 -0200Grupo define critérios para destinar milho para alimentação animal no RShttp://aveworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs-2http://aveworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs-228Fri, 03 Feb 2012 14:59:39 -0200FRANGO/CEPEA: Oferta se sobrepõe às demandas interna e externa<p>No final de janeiro e neste início de fevereiro, as cotações do frango vivo e da carne continuam recuando na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea, principalmente nas regiões exportadoras do Sul do País. As baixas podem estar atreladas à oferta superior às demandas interna e externa – tanto no Brasil quanto no cenário externo, é comum o enfraquecimento das vendas nesta época do ano. Entre 26 de janeiro e 2 de fevereiro, o frango inteiro congelado teve desvalorização de 2,7% no atacado da Grande São Paulo, fechando a R$ 2,61/kg na quinta-feira, 2. Quanto ao frango inteiro resfriado, também negociado no atacado da Grande São Paulo, o quilo da carne foi comercializado com média de R$ 2,41 na quinta, com recuo de 3,7% nos últimos sete dias. No mercado de frango vivo, destacou-se o recuo de 5,2% no preço médio do animal negociado em São José do Rio Preto (SP), a R$ 1,30/kg.</p> Fonte: Cepea/Esalqhttp://aveworld.com.br/noticias/post/frangocepea-oferta-se-sobrepoe-as-demandas-interna-e-externahttp://aveworld.com.br/noticias/post/frangocepea-oferta-se-sobrepoe-as-demandas-interna-e-externa28Fri, 03 Feb 2012 14:22:48 -0200Lucro da Tyson Foods cai 48% no primeiro trimestre fiscal<p><em>Receita da processadora norte-americana, no entanto, subiu quase 10%</em></p> <p>A processadora norte-americana Tyson Foods anunciou nesta sexta, dia 3, que seu lucro caiu 48% no primeiro trimestre fiscal, para US$ 156 milhões (US$ 0,42/ação), ante US$ 298 milhões (US$ 0,78/ação) no mesmo intervalo do ano anterior, devido à queda no volume de vendas de carne bovina e frangos. A receita, no entanto, subiu 9,4% no período, para US$ 8,33 bilhões, motivada pela alta dos preços dos produtos.</p> <p>Analistas consultados pela Thompson Reuters previam lucro de US$ 0,33/ação sobre faturamento de US$ 8,3 bilhões. No trimestre acabado em 31 de dezembro de 2011, a margem bruta recuou de 9,8% para 5,9%, enquanto a operacional passou de 6,5% para 3,3%. As vendas da Tyson aumentaram nos últimos trimestres, conforme a crescente demanda de exportação de carnes suína e bovina permitiu à empresa repassar preços maiores aos consumidores, o que ajudou a minimizar a alta dos custos dos grãos.</p> <p>O setor de frangos registrou um prejuízo operacional no quarto trimestre devido ao encarecimento dos grãos e à oferta abundante. Mas a companhia revelou que a divisão voltou a ser lucrativa em outubro e está aperfeiçoando as operações, à medida que a fraqueza da economia reduz o apetite do consumidor.</p> <p>No primeiro trimestre fiscal, a unidade de frangos lucrou 82% menos devido à queda de 5,3% nos volumes vendidos, mas a receita subiu 5,5% por causa de um salto de 11% nos preços.</p> <p>No segmento de carne bovina, o lucro caiu 73% no período, levando-se em conta um recuo de 8,5% nos volumes comercializados. Já o faturamento cresceu 8,9% diante de preços 19% maiores. A Tyson prevê condições de mercado desafiadoras pressionarão o resultado no segundo trimestre.</p> <p>As operações de carne suína apresentaram um lucro 6,8% menor no primeiro trimestre fiscal, ainda que os volumes de venda tenham sido 2,6% maiores e os preços tenham subido 16%.</p> Fonte: Canal Rural/Agência Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/lucro-da-tyson-foods-cai-48-no-primeiro-trimestre-fiscalhttp://aveworld.com.br/noticias/post/lucro-da-tyson-foods-cai-48-no-primeiro-trimestre-fiscal28Fri, 03 Feb 2012 14:15:02 -0200Governo argentino garante que novo regime de importação não prejudicará indústria brasileira<p><em>Assunto foi um dos temas de uma reunião de duas horas do presidente da Fiesp com a equipe econômica do país vizinho</em></p> <p>O governo argentino garantiu nesta quinta, dia 2 que o novo regime de importação, em vigor desde a quarta-feira, 1º, não prejudicará a indústria brasileira. A saída para manter o comércio bilateral, em um ano de crise internacional e crescimento econômico menor na região, seria aumentar, tanto as compras brasileiras de produtos argentinos, como as importações argentinas de bens e serviços brasileiros.</p> <p>O assunto foi um dos temas de uma reunião de duas horas, nesta quinta, do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, com a equipe econômica argentina. Participaram do encontro os ministros da Economia, Hernando Lorenzino, e da Indústria e Comércio, Debora Giorgi, além dos secretários de Comércio Exterior, Beatriz Paglieri, e do Comércio Interior, Guillermo Moreno.</p> <p>– Foi uma reunião muito positiva. Tive a afirmação, por parte do governo argentino, de que não haverá prejuízos [para a indústria brasileira], mas que haverá soluções – disse Skaf ao sair do encontro reunião.</p> <p>Segundo ele, o aumento das importações de insumos argentinos para a indústria naval do Brasil também foi discutido. No encontro, não se falou sobre os produtos que haviam sido importados antes da entrada em vigor das novas normas e que estão parados nos portos e nas alfândegas - entre eles, tomates em conserva, milho e eletrodomésticos da linha branca.</p> <p>Pelas novas normas, os importadores argentinos têm que pedir autorização prévia, antes de comprar no Exterior, tanto a Afip (Receita Federal local) como a Guillermo Moreno, autoridade que tem a palavra final. O governo tem até treze dias úteis para responder a cada pedido.</p> <p>A medida foi implementada às pressas porque a Argentina tem um problema de caixa e precisa manter um superávit na balança comercial de pelo menos US$ 10 bilhões. Com a crise internacional, fica mais difícil exportar e todos querem colocar seus produtos no mercado. Daí a necessidade do governo argentino de contar com um sistema ágil para controlar as importações.</p> <p>– Este ano a Argentina terá que importar US$ 7 bilhões de energia elétrica - mais que o triplo do que importou em 2011. É o superávit comercial uma das principais fontes de recursos da Argentina, que não tem acesso a créditos externos, desde que decretou a moratória da dívida em 2001. O governo também precisa de dinheiro para financiar as empresas estatais, os planos sociais e os aumentos salariais do setor público. E como a economia este ano só deve crescer 3,5%, ou seja um terço do que cresceu em 2011, a arrecadação de impostos também será menor – disse à Agência Brasil o economista Marcelo Elisondo, diretor da consultora DNI.</p> <p>Antes da reunião com a equipe econômica argentina, Skaf também se reuniu com representantes das principais empresas brasileiras na Argentina, para ouvir as dificuldades que cada setor tem enfrentado.</p> <p>– A maior preocupação dos empresários é que ninguém sabe ao certo como funcionarão as medidas. Ou seja, tem um clima de incerteza. Várias empresas que estão importando bens de capital, para produzir aqui, estão com dificuldades. Mas é preciso aguardar alguns dias para ver como funcionarão as novas medidas – disse o presidente da Câmara de Comércio Argentino Brasileira, Jorge Rodriguez Aparício.</p> Fonte: Canal Ruralhttp://aveworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileirahttp://aveworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileira28Fri, 03 Feb 2012 10:09:08 -0200Exportações brasileiras crescem 1,3% em janeiro<p>Brasília (1° de fevereiro) – Em janeiro de 2012, a média diária das exportações brasileiras foi a maior para o mês (US$ 733,7 milhões), superando o valor registrado em janeiro do ano passado (US$ 724,5 milhões), e com crescimento de 1,3%. As vendas mensais brasileiras somaram US$ 16,142 bilhões.</p> <p>Já as importações totalizaram US$ 17,433 bilhões, no período, com média de US$ 792,4 milhões e crescimento de 12,3% sobre o resultado verificado em janeiro do ano passado (US$ 705,5 milhões). A média das importações também é recorde para os meses de janeiro na série histórica.</p> <p>Com esses resultados, a corrente de comércio foi de US$ 33,6 bilhões, recorde para os meses de janeiro (o maior resultado anterior é de janeiro de 2011, de US$ 30 bilhões). Já o saldo comercial foi negativo em US$ 1,291 bilhão, número que também é o maior para meses de janeiro na série histórica.</p> <p>Em entrevista coletiva realizada na tarde de hoje para avaliar os resultados, a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, analisou que “o ano de 2012 será um ano difícil para o comércio exterior brasileiro”. Ela explicou que a crise econômica internacional já permite verificar retração de vendas brasileiras em determinados mercados, em especial para a União Europeia, que tiveram queda de 25,2% na comparação com janeiro do ano passado.</p> <p>A secretária ainda informou que o MDIC não iria anunciar a sua meta para as exportações brasileiras “em função, exatamente, das incertezas do cenário internacional que persistem e afetam a balança comercial brasileira”. Ela, contudo, reafirmou que a meta do MDIC será divulgada ainda no primeiro trimestre deste ano.</p> <p>Tatiana também disse que a expectativa do MDIC é de que a balança comercial brasileira termine 2012 com saldo positivo e com aumento de exportações em relação a 2011. “Tanto em 2009 quanto em 2010, a balança comercial registrou déficits para meses de janeiro e os anos fecharam com superávits”, acrescentou.</p> <p>Produtos e Mercados</p> <p>No mês, as exportações de produtos básicos e semimanufaturados registraram valores recordes para os meses de janeiro alcançando a cifra de US$ 6,954 bilhões e de US$ 2,503 bilhões, respectivamente. Já os produtos manufaturados somaram US$ 6,214 bilhões. Sobre o ano anterior, cresceram as exportações de manufaturados (0,1%), e semimanufaturados (2,5%); já os básicos retrocederam 0,7%.</p> <p>Os cinco principais compradores do mercado brasileiro, em janeiro, foram: Estados Unidos (US$ 2,381 bilhões), China (US$ 1,810 bilhão), Argentina (US$ 1,432 bilhões), Países Baixos (US$ 738 milhões) e Japão (US$ 497 milhões).</p> <p>Já as importações cresceram nas quatro categorias de uso: combustíveis e lubrificantes (54,7%), bens de consumo (15,7%), matérias-primas e intermediários (+5,0%) e bens de capital (4,8%).</p> <p>Em relação aos mercados que mais venderam para o Brasil, os principais foram: China (US$ 2,936 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,534 bilhões), Argentina (US$ 1,287 bilhão), Alemanha (US$ 1,087 bilhão) e Japão (US$ 610 milhões).</p> <p>Clique <a href="http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=567">aqui</a> para acessar as informações da balança comercial de janeiro</p> Fonte: MDIChttp://aveworld.com.br/noticias/post/exportacoes-brasileiras-crescem-13-em-janeirohttp://aveworld.com.br/noticias/post/exportacoes-brasileiras-crescem-13-em-janeiro28Fri, 03 Feb 2012 09:59:50 -0200Secretaria apresenta alternativas para avicultores de Jaraguá do Sul<p><em>Prejudicados pelo fechamento da Seara terão apoio da Prefeitura caso queiram trabalhar outros tipos de produção</em></p> <p>A Secretaria de Agricultura de Jaraguá do Sul reuniu na tarde de ontem representantes de 30 famílias de avicultores prejudicados com o fechamento da unidade da Seara em Jaraguá do Sul. O objetivo do encontro foi apresentar alternativas para que esses produtores não fiquem sem fonte de renda, já que 20 deles não possuem mais vínculo com a empresa frigorífica. Os outros avicultores vão fornecer frango para outras unidades da empresa até que se encerrem os financiamentos feitos para construir e modernizar as granjas do município, como está no contrato com a Seara.</p> <p>Para auxiliar os produtores que estão encontrando dificuldades para resolver suas situações, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Jaraguá do Sul está disponibilizando apoio jurídico gratuito. Os dez avicultores que não se desligaram da Seara devem cerca de R$ 2,5 milhões em financiamento. A dívida dos outros 20 é de R$ 369,3 mil.</p> <p>A principal alternativa encontrada pela Secretaria de Agricultura, de acordo com o secretário André Cleber de Melo, é a migração desses avicultores para outras áreas de produção, agroindústria, piscicultura, plantação de hortaliças e criação de frango caipira, que é um dos produtos que o município mais carece. Outra opção que pode contribuir na renda dos produtores é a venda de produtos para serem fornecidos na merenda escolar. Para isso, André explica que os agricultores precisam procurar a Copajas (Cooperativa dos Produtores de Jaraguá do Sul).</p> <p>Após a reunião, os técnicos da secretaria vão visitar os produtores interessados em migrar para outras áreas. “O objetivo dessa reunião é aproximar os agricultores da Prefeitura. Caso eles aceitem, vamos ver com eles o que será necessário para que possam mudar de produção”, afirma o secretário.</p> <p>Alguns produtores já procuraram outras empresas frigoríficas de regiões próximas, como o Vale do Itajaí, para oferecer seus frangos, mas sem sucesso. Segundo André, isso fica por conta de cada produtor. “A Prefeitura não pode indicar uma empresa para eles, porque é algo muito arriscado”, ressalta.</p> <p>O avicultor Arlindo Glatz continua vendendo aves para a Seara. O contrato com a empresa encerra em 2020, quando o produtor termina de pagar o financiamento de R$ 270 mil que fez para ampliar a granja.</p> <p>Procurando uma solução</p> <p>Há 33 anos trabalhando na produção de aves, Adimar Kruger está desempregado desde o final do ano passado, após o fechamento da unidade da Seara em Jaraguá do Sul. Para piorar a situação, o produtor precisou pagar a última parcela de um forno que financiou para a granja. No entanto, sem a produção, o equipamento está parado na granja de Adimar, no bairro Rio da Luz 2.</p> <p>A intenção do produtor é criar marreco para aproveitar a mesma estrutura que utilizava na criação de frango e fornecer para alguma empresa de uma região próxima. “Se não conseguir passar para a criação de marreco, não sei o que vou fazer, vou ter que me virar”, diz. Atualmente, para sustentar a mulher e os dois filhos, Adimir está vendendo palmeiras que plantou há alguns anos. “Deveria ter plantado mais alguma coisa”, lamenta o produtor.</p> <p>Produção do açaí começa a ser preparada em Jaraguá</p> <p>Em reunião realizada na sede da Secretaria do Desenvolvimento Rural e Agricultura de Jaraguá do Sul, envolvendo associados do Condomínio de Produtores Rurais de Jaraguá do Sul e técnicos da Prefeitura jaraguaense, começaram a ser definidos os grupos de trabalho para a Unidade de Processamento de Frutas. De acordo com o secretário André Cleber de Melo, por enquanto será feito um trabalho de adaptação das máquinas e a produção será utilizada para consumo próprio. O início da produção do açaí está prevista para abril, época de colheita da fruta.</p> Fonte: O Correio do Povohttp://aveworld.com.br/noticias/post/secretaria-apresenta-alternativas-para-avicultores-de-jaragua-do-sulhttp://aveworld.com.br/noticias/post/secretaria-apresenta-alternativas-para-avicultores-de-jaragua-do-sul28Fri, 03 Feb 2012 09:56:45 -0200Fetag espera cronograma “real” da Doux para o Ministério Público<p>A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS) espera que a direção da Doux Frangosul cumpra a promessa feita ao Ministério Público gaúcho (MP-RS) de apresentar, até a próxima semana, um cronograma de quitação e o montante dos débitos com produtores de frangos e suínos gaúchos. A empresa também disse que pretende intensificar os pagamentos. “Esperamos que seja realmente verdade”, reagiu nesta quinta-feira o presidente da Fetag-RS, Elton Weber. Os 2,2 mil integrados cansaram de receber calendários da empresa que nunca saíram do papel. A crise se intensificou entre 2012 e 2011 e é relacionada a problemas financeiros oriundos da crise internacional.</p> <p>Dirigentes e advogados da Doux disseram ao procurador-geral do MP-RS, Eduardo de Lima Veiga, na segunda-feira passada, na sede do órgão em Porto Alegre, que elevarão o ritmo dos repasses, com atrasos de até 150 dias. Produtores estão sendo pagos por animais entregues em agosto e setembro do ano passado. Weber avalia que o encontro para sondar uma postura da Doux era o que Veiga, o subprocurador de assuntos jurídicos, Ivory Coelho Neto, e promotor de Justiça de Montenegro, Celso Stein, poderiam fazer. Caso não haja o fornecimento de informações e o cumprimento das quitações, o dirigente do setor primário acredita que o MP-RS terá elementos para uma ação mais forte.</p> <p>Em nota, Neto reforçou que o MP-RS busca uma mediação entre a Doux e os produtores “para minimizar o impacto social da atual situação”. Após a entrega do relatório prometido pela empresa, o subprocurador pretende intensificar a atuação no caso. Em janeiro, o governo estadual pediu a Neto a investigação sobre indícios de irregularidades na remessa de receitas da operação brasileira da Doux para a sede do grupo na França. A preocupação é que a movimentação, registrada nos balanços de 2008 a 2010, estaria gerando dificuldades de caixa, com impacto na remuneração dos produtores. No encontro, o diretor-geral da indústria, Aristides Vogt, relatou as dificuldades da operação.</p> <p>Com a redução na entrega de aves pelos produtores, que protestam contra os atrasos, a planta de Montenegro, a maior da agroindústria, suspendeu um dos três turnos de abates no dia 23. O volume caiu de 450 mil frangos ao dia para 300 mil. “Se a empresa recebe menos produto, abate menos e passa a ter menos faturamento”, conclui o presidente da Fetag-RS, que considera ainda insuficiente o ritmo de pagamentos. Para suprimir o turno, a Doux deu férias a 350 empregados, o que vem sendo questionado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação local. Os sindicalistas consideram que houve desrespeito à legislação sobre férias coletivas, que configuraria a dispensa do grupo. Tanto o Ministério do Trabalho quanto o Ministério Público do Trabalho apuram se houve irregularidade na conduta.</p> <p>Segundo Elton Weber, a empresa está quitando faturas de setembro do ano passado. “Está acontecendo como eles previam, mas queremos maior volume. Mas nem todos estão recebendo. Sem dinheiro, os integrados não conseguem produzir”, adverte o dirigente dos agricultores.</p> <p>Os 13 produtores de suínos que conseguiram bloquear na Justiça bens móveis da Doux para garantir dívidas aguardam a intimação da companhia. As ações atingem as mais de 17 mil matrizes em poder das Unidades Produtoras de Leitões (UPLs), que representam 60% da capacidade dos integrados e 40% do total da indústria. A Doux tem uma planta em Caxias do Sul, que já foi cobiçada pela BR Foods (BRF). O juiz de Montenegro, André Luís de Aguiar Tesheiner, que atendeu aos pedidos de detentores de Unidades Produtoras de Leitões (UPLs), considerou a estratégia dos autores “como razoável e que não compromete a operação da empresa”, pois não atinge o patrimônio. Tesheiner admitiu que é grande a preocupação com o futuro da Doux, que gera 1,6 mil empregos somente em Montenegro. O magistrado reforçou que a medida judicial abre caminho para a busca de um acordo entre credores e a agroindústria.</p> Fonte: Jornal do Comérciohttp://aveworld.com.br/noticias/post/fetag-espera-cronograma-%e2%80%9creal%e2%80%9d-da-doux-para-o-ministerio-publicohttp://aveworld.com.br/noticias/post/fetag-espera-cronograma-%e2%80%9creal%e2%80%9d-da-doux-para-o-ministerio-publico28Fri, 03 Feb 2012 09:46:47 -0200Rastreabilidade animal ganha curso superior em São Paulo<p>Pecuária - São Paulo - Uma parceria entre o Núcleo de Pesquisa em Ambiência da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba, e a Faculdade Cantareira, criou o curso de pós-graduação em Rastreabilidade e Certificação de Produtos de Origem Animal. A especialização, única no País dessa área do conhecimento, está com as inscrições abertas. O estudo visa a preparar os profissionais para atividades de planejamento, implementação, organização e gerência de programas de rastreabilidade da produção animal, em áreas como a bovinocultura, suinocultura e avicultura. Todos os programas são desenvolvidos co profissionais de diversos setores da agropecuária nacional.</p> Fonte: DCIhttp://aveworld.com.br/noticias/post/rastreabilidade-animal-ganha-curso-superior-em-sao-paulohttp://aveworld.com.br/noticias/post/rastreabilidade-animal-ganha-curso-superior-em-sao-paulo28Fri, 03 Feb 2012 09:26:01 -0200Grãos: seca faz USDA reduzir Estimativas 2011/12 para o México<p>Estimativas para a produção de milho, sorgo e trigo 2011/12 foram reduzidas por autoridades do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, por sua sigla em inglês), em virtude de novas informações do governo mexicano e da indústria sobre os efeitos do clima seco nas lavouras, afirmou o USDA nesta terça-feira.</p> <p>A projeção para a safra de milho do México 2011/12 foi revisada para baixo de 20,5 milhões de toneladas para 18,4 milhões de toneladas, segundo o USDA, citando área plantada menor do que o esperado em condições de clima adverso.</p> <p>"Fontes oficiais disseram que as condições de seca durante fases críticas da safra de milho resultaram em perdas de produtividade piores no ciclo 2011 primavera/verão do que se estimava antes", afirmou o USDA.</p> <p>O total de importações no ciclo 2011/12 foi revisado para 10,5 milhões de toneladas, ante previsão anterior de 9,8 milhões de toneladas, conforme o USDA, que citou expectativa de produção doméstica menor.</p> <p>A estimativa de produção de trigo do México para o ano-safra 2011/12 foi revisada para 3,70 milhões de toneladas, ante 3,77 milhões de toneladas esperadas antes. As informações são da Dow Jones.</p> Fonte: Globo Rural/Agência Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/graos-seca-faz-usda-reduzir-estimativas-201112-para-o-mexicohttp://aveworld.com.br/noticias/post/graos-seca-faz-usda-reduzir-estimativas-201112-para-o-mexico28Fri, 03 Feb 2012 09:24:28 -0200No RS, agricultores afetados pela seca recebem sementes de milho<p><em>Medida vai beneficiar mais de nove mil produtores do estado.</em></p> <p>Os agricultores gaúchos que foram afetados pela estiagem estão recebendo novas sementes de milho. A maior parte dos grãos será destinada à produção de silagem usada na alimentação do gado.</p> <p>Metade dos nove hectares plantados com milho foi perdida na propriedade do agricultor João Dias Artigas, em Getúlio Vargas, no norte do Rio Grande do Sul. O produtor, que decidiu aproveitar a distribuição de sementes para fazer novo plantio, quer usar o grão para fazer silagem e reduzir os custos com o gado.</p> <p>De acordo com o último levantamento feito pela Emater, houve queda de 46% na produção de milho no estado relação à safra de verão passada. Quem perdeu a lavoura não precisará pagar pelas sementes retiradas através do programa troca-troca do governo do estado. Já o agricultor que pegar a semente agora pagará quando a safra for colhida. Apesar da Secretaria Estadual de Agricultura disponibilizar mais 40 mil sacas de semente de milho, nem todos os agricultores poderão aproveitar.</p> <p>“Dentro do estado o relevo não é o mesmo. Então, nas regiões mais altas, de clima mais frio, se a pessoa plantar a safrinha, de repente, pode gear cedo e ocorrer perda da safrinha. Mas em grande parte de regiões do Rio Grande do Sul, com clima mais quente, pode e deve ser plantado”, diz Aglademir Martinello, técnico agropecuário da Emater.</p> <p>A saca, que sai por R$ 88,00, custa cerca de 30% do valor que é cobrado no mercado. A medida irá beneficiar mais de nove mil agricultores de todo o Rio Grande do Sul. O produtor, que deve estar inscrito no Pronaf, pode retirar até duas sacas de 20 quilos.</p> <p>“Todo agricultor pode buscar junto à prefeitura e ao sindicato que tem convênio com o governo do estado para pegar esse milho. Cada agricultor pode retirar até duas bolsinhas de milho para fazer o plantio emergencial”, explica Eloir Griseli, coordenador da Secretaria do Desenvolvimento Rural.</p> <p>O campo já estava preparado para receber a semente na propriedade da família Klinkoski, aonde o milho mal chegou e já foi semeado. “A gente está investindo de novo para ver se chove e tentar recuperar um pouco a perda da silagem”, diz a agricultora Adriana Klinkoski.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://aveworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milhohttp://aveworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milho28Fri, 03 Feb 2012 09:21:07 -0200Fechamento de unidade da Seara causa problemas a criadores de SC<p><em>Seara fechou a filial de Jaraguá do Sul em dezembro de 2011. Avicultores que investiram na atividade não têm renda para pagar dívidas.</em></p> <p>Mais de cem avicultores estão sem saber o que fazer com o fechamento da unidade do frigorífico Seara em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Os criadores investiram na atividade e agora não tem renda para pagar as dívidas.</p> <p>Essa é a situação de mais de 100 aviários da região. Eles estão vazios desde quando a Seara fechou a filial de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, em dezembro de 2011. A empresa tinha 198 fornecedores no norte do estado. Desses, quase 130 tiveram o contrato rescindido.</p> <p>O avicultor Donato Drager, que criava frango há mais de 10 anos, não sabe se vai conseguir pagar os empréstimos que adquiriu para investir no aviário. “Foram R$ 70 mil investidos em equipamentos como comedor automático e painel para ligar e desligar a ventilação mínima”, diz.</p> <p>No aviário de Donato, a capacidade de produção é de 16 mil frangos. O espaço de 1,2 mil metros quadrados está vazio e a família ainda não sabe o que vai fazer. O irmão, Dornaldo Drager, está na mesma situação. As melhorias que fez no aviário foram solicitadas pela empresa e ainda não foram pagas.</p> <p>A Seara alega que encerrou as atividades em Jaraguá do Sul por dificuldades para encontrar mão de obra e por problemas logísticos. O impacto econômico para a atividade agrícola no município é grande.</p> <p>A Seara manteve contratos com 70 criadores da região de Jaraguá do Sul. As aves serão processadas em unidades da empresa no Paraná. Os produtores que não tiveram o contrato renovado aguardam uma reunião do sindicato rural com a prefeitura para discutir alternativas, como a venda para outros estados e incentivos para mudar de atividade.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://aveworld.com.br/noticias/post/fechamento-de-unidade-da-seara-causa-problemas-a-criadores-de-schttp://aveworld.com.br/noticias/post/fechamento-de-unidade-da-seara-causa-problemas-a-criadores-de-sc28Fri, 03 Feb 2012 09:09:24 -0200Setor produtivo e governo do MT entram em consenso<p>O governo do Estado de Mato Grosso e o setor produtivo chegaram a um acordo e selaram nessa quarta (01-02) as diretrizes para o pacote fiscal sobre o setor agropecuário. Após duas semanas de intensas negociações entre as áreas técnica e política do governo e das entidades representativas dos segmentos agropecuário e industrial houve a compreensão da necessidade de mudanças e ambas as partes chegaram a um entendimento.</p> <p>Entre as decisões acertadas durante a reunião com o governador Silval Barbosa estão: a revogação da taxa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os fertilizantes, um dos principais insumos agrícolas; fixação do valor da UPF (Unidade Padrão Fiscal) em R$ 46,00 e não em R$ 92,00, como previa o decreto anterior; isenção da cobrança de ICMS sobre o frete intermunicipal para o transporte de insumos destinados à produção (diesel, calcário, gesso, fertilizantes, agroquímicos, etc) e o retorno do benefício concedido à energia elétrica rural, com o escalonamento de isenção por faixa de consumo individual.</p> <p>O grupo de trabalho vai voltar a se reunir para alinhar os detalhes com relação às alterações que ainda serão realizadas sobre alguns decretos.</p> Fonte: Aprosojahttp://aveworld.com.br/noticias/post/setor-produtivo-e-governo-do-mt-entram-em-consensohttp://aveworld.com.br/noticias/post/setor-produtivo-e-governo-do-mt-entram-em-consenso28Fri, 03 Feb 2012 08:56:49 -0200China continuará expandindo subsídios para a agricultura<p>O governo central da China informou que prosseguirá com a expansão dos subsídios e investimentos no setor agrícola, como parte dos esforços para garantir a oferta de alimentos no longo prazo.</p> <p>O país elevará fortemente os investimentos em tecnologia agrícola – o caminho mais promissor para agricultura chinesa resolver as limitações ambientais e de recursos –, acrescentou Pequim em comunicado.</p> Fonte: Canal Ruralhttp://aveworld.com.br/noticias/post/china-continuara-expandindo-subsidios-para-a-agriculturahttp://aveworld.com.br/noticias/post/china-continuara-expandindo-subsidios-para-a-agricultura28Fri, 03 Feb 2012 08:55:40 -0200Goldman Sachs eleva estimativas de preço para milho, trigo e soja<p>O banco norte-americano Goldman Sachs elevou suas estimativas de preço para os grãos, na medida em que o cenário para oferta ficar mais restrito no curto prazo. As previsões de três e seis meses para o milho passaram de US$ 6,30 para US$ 6,90.</p> <p>Segundo o banco, isso também vai puxar os preços do trigo, de modo que as estimativas de três e seis meses aumentaram de US$ 6,20 para US$ 6,80. Os prognósticos de 12 meses para o milho e o trigo mantiveram-se em US$ 5,25 e US$ 5,75, respectivamente.</p> <p>A previsão para a soja no médio prazo permanece, já que uma área plantada decepcionante nos Estados Unidos e um aumento nas exportações fazem a oferta diminuir. O Goldman Sachs elevou sua previsão de preço para três, seis e 12 meses de US$ 12,15 para US$ 12,90.</p> Fonte: Canal Rural/Agência Estadohttp://aveworld.com.br/noticias/post/goldman-sachs-eleva-estimativas-de-preco-para-milho-trigo-e-sojahttp://aveworld.com.br/noticias/post/goldman-sachs-eleva-estimativas-de-preco-para-milho-trigo-e-soja28Fri, 03 Feb 2012 08:52:29 -0200Paraná mantém liderança na aquisição de seguro rural em 2011<p><em>Governo federal desembolsou R$ 253,5 milhões para subvenção do seguro em todo o país no ano passado</em></p> <p>As adesões ao seguro rural quase dobraram em 2011, se comparadas ao ano anterior. O Paraná manteve a liderança entre os Estados na aquisição do seguro. O número de contratos firmados subiu de 52 mil, em 2010, para os atuais 57,8 mil, com desembolso de R$ 253,5 milhões pelo governo federal, ante os R$ 198,3 milhões de 2010. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p> <p>No Paraná, o desembolso do governo federal foi de R$ 70,8 milhões. O Rio Grande do Sul ocupa a segunda posição, com pagamentos de R$ 54,4 milhões, seguido por São Paulo, com subvenção total de R$ 39 milhões, e Santa Catarina, R$ 30,3 milhões. Nos três Estados do Sul, regiões fortemente atingidas pela estiagem no final do ano passado e início de 2012, a área segurada foi de 2,5 milhões de hectares no Paraná, 1,1 milhão de hectares no Rio Grande do Sul e 224 mil hectares, em Santa Catarina. Na região Sudeste, que foi impactada pela chuva, a área segurada em São Paulo foi a maior, totalizando 4,6 mil hectares. Minas Gerais e Rio de Janeiro seguraram 289,8 mil e 231 hectares, respectivamente, no período.</p> <p>No país foram segurados 10,4 milhões de hectares, sendo que no tocante à subvenção, à soja foram pagos pelo governo R$ 90 milhões para uma área segurada de 3,7 milhões de hectares. Em segundo lugar ficou a maçã, com uma área de 21,5 mil hectares e desembolso pelo governo federal de R$ 34,9 milhões. O milho safrinha também teve desembolso expressivo de R$ 30,4 milhões, para uma área segurada de 1,6 milhão hectares.</p> Fonte: Mapahttp://aveworld.com.br/noticias/post/parana-mantem-lideranca-na-aquisicao-de-seguro-rural-em-2011http://aveworld.com.br/noticias/post/parana-mantem-lideranca-na-aquisicao-de-seguro-rural-em-201128Fri, 03 Feb 2012 08:19:27 -0200M.CASSAB contrata coordenador para área de aves<p>São Paulo, fevereiro de 2012 – Lincoln Beninca é o novo coordenador de contas especiais para o setor de Aves do Grupo M.CASSAB. O médico veterinário, que atuará no Paraná, é formado pela Universidade Paranaense (Unipar) e conta com mais de 11 anos de experiência profissional em empresas como a Sadia Toledo e a Nutron Alimentos.</p> <p>A contratação visa reforçar a excelência do grupo em nutrição animal e eficiência na produtividade. Além dos reforços em sua equipe, a M.CASSAB realiza constantes investimentos na divisão de Tecnologia Animal, que também atua nas áreas de suinocultura e bovinocultura.</p> <p><strong>Sobre a M.CASSAB</strong></p> <p>Há 83 anos no mercado brasileiro, a M.CASSAB possui 15 unidades de negócios: Tecnologia Animal, Química Fina, Química Industrial, Nutrição Humana, Farmacêutica, Laboratório, Utilidades Domésticas, Eletrodomésticos, Utensílios Profissionais, Brinquedos (Lego), Varejo (Spicy), Investimentos Imobiliários, M.CASSAB Foods, Cromo Life e Nunaat. O diferencial do Grupo é a inovação e especialidade na diversidade baseado nos pilares de produtividade, qualidade, responsabilidade socioambiental e visão de futuro. Com projeção de crescimento para 2012, a M.CASSAB está nas grandes capitais do Brasil e marca presença no exterior em Miami (Estados Unidos), Dubai (Emirados Árabes), Xangai (China), Argentina e Uruguai.</p> <p>Mais informações: www.mcassab.com.br</p> Fonte: M.CASSABhttp://aveworld.com.br/noticias/post/m-cassab-contrata-coordenador-para-area-de-aveshttp://aveworld.com.br/noticias/post/m-cassab-contrata-coordenador-para-area-de-aves28Thu, 02 Feb 2012 14:08:48 -0200Agropecuária gera 6,8 mil empregos no MT em 2011<p>A geração de empregos no setor agropecuário de Mato Grosso, ano passado, foi o maior desde 2008. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre janeiro a dezembro foram criados 6.827 postos de trabalhos formais a mais.</p> <p>Só Notícias apurou que o saldo foi o terceiro maior entre os setores pesquisados, ficando atrás apenas do comércio (+ 9,4 mil) e prestação de serviços (+ 8,8 mil). Em 2011, Mato Grosso gerou, entre todas as atividades econômicas, 33,6 mil novos empregos. Para apurar os dados, o cadastro leva em consideração os registros formais, ou seja, com carteiras assinadas.</p> <p>Quando comparado com cenário de 2010 do setor agropecuário, o resultado é aproximadamente 79,13% superior. Na ocasião, o saldo final foi de 3.811 profissionais admitidos a mais. Em 2009, o resultado do setor caiu, com a quantidade de demissões superando a de contratações, fechando em - 313 postos de trabalho.</p> <p>O resultado foi influenciado pelas alterações econômicas ocorridas no cenário mundial, a partir do segundo trimestre de 2008 e, também, nacionalmente. O tema acabou destacado pela Secretaria Estadual de Planejamento e Coordenação Geral (Seplan), em nota técnica publicada em 2011, apontando que as atividades econômicas mais fortes em relação ao mercado internacional (agropecuária e indústria) foram os mais sensíveis aos acontecimentos.</p> <p>Mesmo com a época de mudanças na economia mundial, em 2008 o setor fechou gerando mais empregos: 3,6 mil.</p> Fonte: Agrolink/Só Notíciashttp://aveworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-gera-68-mil-empregos-no-mt-em-2011http://aveworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-gera-68-mil-empregos-no-mt-em-201128Thu, 02 Feb 2012 14:02:40 -0200Compras de milho pela China não significam escassez no mercado local, afirma representante do governo<p>O diretor-geral do Central Rural Work Leading Group, órgão do governo chinês, Chen Xiwen, afirmou que a China não sofre de uma escassez de milho no mercado doméstico.</p> <p>– Nós exportamos uma quantia considerável de produtos à base de milho, como amido e etanol, e produtos animais que consomem milho – disse o executivo durante uma conferência, nessa quinta, dia 2.</p> <p>De acordo com ele, o país exportou mais do que importou. Chen revelou que algumas importações visam a equilibrar a demanda regional, e o preço do milho importado no sul da China, importante área consumidora, pode ser mais baixo que o do grão doméstico. O país comprou quase 3 milhões a 4 milhões de toneladas dos Estados Unidos no ano passado para reabastecer as reservas estatais.</p> Fonte: Canal Rural/AEhttp://aveworld.com.br/noticias/post/compras-de-milho-pela-china-nao-significam-escassez-no-mercado-local-afirma-representante-do-governohttp://aveworld.com.br/noticias/post/compras-de-milho-pela-china-nao-significam-escassez-no-mercado-local-afirma-representante-do-governo28Thu, 02 Feb 2012 09:15:12 -0200Vietnã registra segunda morte por H5N1 em 2012<p>Uma mulher de 26 anos morreu contaminada pelo vírus da gripe aviária H5N1 em 28 de janeiro no Vietnã. Esse é o segundo óbito pela doença confirmado no país em 2012. Segundo as autoridades veterinárias, ela abateu e consumiu uma ave doente e viveu perto de pássaros contaminados.</p> <p>Com esse caso, sobe para sete o número de vítimas confirmadas do vírus H5N1 em 2012. Além dos dois casos no Vietnã, duas mortes foram registradas na China, duas na Indonésia e uma no Camboja. Com base em dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em outubro de 2011, o Vietnã já registrou ao menos 61 mortes pelo vírus desde 2003.</p> Felipe Guerra, da redaçãohttp://aveworld.com.br/noticias/post/vietna-registra-segunda-morte-por-h5n1-em-2012http://aveworld.com.br/noticias/post/vietna-registra-segunda-morte-por-h5n1-em-201226Thu, 02 Feb 2012 09:10:30 -0200Stephanes alerta para risco de paralisação no envio de produtos agrícolas para Argentinahttp://aveworld.com.br/noticias/post/stephanes-alerta-para-risco-de-paralisacao-no-envio-de-produtos-agricolas-para-argentinahttp://aveworld.com.br/noticias/post/stephanes-alerta-para-risco-de-paralisacao-no-envio-de-produtos-agricolas-para-argentina26Thu, 02 Feb 2012 09:06:58 -0200Embarque de milho cai 17%http://aveworld.com.br/noticias/post/embarque-de-milho-cai-17http://aveworld.com.br/noticias/post/embarque-de-milho-cai-1726Thu, 02 Feb 2012 09:05:29 -0200Nova bolsa de commodities deve operar em 2013http://aveworld.com.br/noticias/post/nova-bolsa-de-commodities-deve-operar-em-2013http://aveworld.com.br/noticias/post/nova-bolsa-de-commodities-deve-operar-em-201326Thu, 02 Feb 2012 09:04:36 -0200Índia defende entrada de bancos em derivativo de commoditieshttp://aveworld.com.br/noticias/post/india-defende-entrada-de-bancos-em-derivativo-de-commoditieshttp://aveworld.com.br/noticias/post/india-defende-entrada-de-bancos-em-derivativo-de-commodities26Thu, 02 Feb 2012 09:02:32 -0200Grupo define critérios para destinar milho para alimentação animal no RShttp://aveworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rshttp://aveworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs26Thu, 02 Feb 2012 09:01:25 -0200Investidores lucram com o agrohttp://aveworld.com.br/noticias/post/80753http://aveworld.com.br/noticias/post/8075326Thu, 02 Feb 2012 08:59:08 -0200Novo Código Florestal deve movimentar início da sessão legislativahttp://aveworld.com.br/noticias/post/novo-codigo-florestal-deve-movimentar-inicio-da-sessao-legislativahttp://aveworld.com.br/noticias/post/novo-codigo-florestal-deve-movimentar-inicio-da-sessao-legislativa26Thu, 02 Feb 2012 08:57:59 -0200Governo realiza venda direta de estoques de milhohttp://aveworld.com.br/noticias/post/governo-realiza-venda-direta-de-estoques-de-milhohttp://aveworld.com.br/noticias/post/governo-realiza-venda-direta-de-estoques-de-milho26Thu, 02 Feb 2012 08:57:04 -0200Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia -0,17% em dezembro e fecha 2011 em 2,61%http://aveworld.com.br/noticias/post/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-varia-017-em-dezembro-e-fecha-2011-em-261http://aveworld.com.br/noticias/post/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-varia-017-em-dezembro-e-fecha-2011-em-26126Thu, 02 Feb 2012 08:54:06 -0200Governo esquece agronegócio na desoneração, diz presidente da Cosag/Fiesphttp://aveworld.com.br/noticias/post/governo-esquece-agronegocio-na-desoneracao-diz-presidente-da-cosagfiesphttp://aveworld.com.br/noticias/post/governo-esquece-agronegocio-na-desoneracao-diz-presidente-da-cosagfiesp26Thu, 02 Feb 2012 08:52:32 -0200Japão e Hong Kong embargam produtos de aves australianoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/japao-e-hong-kong-embargam-produtos-de-aves-australianoshttp://aveworld.com.br/noticias/post/japao-e-hong-kong-embargam-produtos-de-aves-australianos